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Afinal, por que é necessário ter o Sharingan para executar o Chidori em Naruto?

Junto com o Rasengan e os Clones das Sombras, o Chidori é uma das técnicas mais conhecidas da franquia Naruto. Criado por Kakashi e aprimorado por Sasuke, esse jutsu de Rank A é executado a partir da concentração de uma grande quantidade de chakra do Estilo Relâmpago na mão do usuário, que desfere um rápido golpe potencialmente letal.

No entanto, ao ser utilizado pela primeira vez por Kakashi, Minato observou que embora o Chidori realmente seja um jutsu poderoso, ele também carrega uma grande desvantagem atrelada à alta velocidade com que o golpe é executado e ao fato de ser um ataque desferido em linha reta.

Essa combinação causa um efeito de visão de túnel no usuário, dando espaço para que os seus oponentes possam atacá-lo e ainda dificultando a sua capacidade de reação.

Kakashi – Reprodução: Naruto

Por conta disso, embora não seja obrigatório, para executar o Chidori em segurança é necessário que o ninja seja um portador do Sharingan, já que a excelente capacidade de percepção fornecida por esse dojutsu permite que o usuário contorne o problema da visão de túnel e fique menos vulnerável para contra-ataques.

Assim, da mesma forma que Kakashi passou a utilizar o Chidori com mais frequência após receber o Sharingan de Obito, Sasuke só ensinou a técnica para Sarada pelo fato do seu Sharingan já ter dois tomoes.

Criado por Masashi Kishimoto e publicado na Weekly Shonen Jump desde 1999, o mangá original de Naruto foi finalizado em 2014, com a sua adaptação em anime sendo encerrada em 2017. Atualmente, a franquia continua através de Boruto, sequência direta da história que acompanha uma nova geração de ninjas.

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