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Resident Evil 2 Remake – Review

Atenção: este review está livre de spoilers da história do jogo. Há apenas alguns pequenos spoilers de progressão mas que não vão impactar ou estragar a sua experiência com o game.

Tem sido comum nos últimos anos as publishers trabalharem em cima de remasterizações de jogos já lançados, atualizando seus gráficos e lançando-os para as atuais gerações na esperança de colher um pouco mais do sucesso que eles fizeram quando lançados em suas épocas de origem.

Entretanto, quando falamos de um remake a coisa vai um pouco mais além. Aqui, não basta apenas dar um melhor polimento gráfico ao que já existe. A palavra remake significa refazer, e quando você se propõe a refazer algo que já era bom o desafio se torna muito grande, e isso ocorre devido a dois complexos fatores: expectativa e pressão.

A expectativa é por ver o quão capaz você é de melhorar algo que já é bom. E a pressão se dá por parte dos apaixonados pelo produto original e por todos aqueles que duvidam que você seja capaz de tal feito.

A Capcom lidou com tudo isso ao aceitar a tarefa de fazer Resident Evil 2 Remake. Embora experiente no assunto, a empresa teve aqui um desafio muito maior do que o remake do primeiro jogo, justamente por este ter sido um grande sucesso e por ter dado maior profundidade e qualidade em relação ao Resident Evil original lançado em 1996.

Vale ressaltar que o Resident Evil 2 lançado em 1998, é bastante superior em praticamente todos os quesitos com relação ao seu antecessor, mas será que a Capcom conseguiu fazer com que o remake de RE2 fosse também superior ao remake de RE1? É justamente isso que vamos explorar nos próximos parágrafos desta análise.

Dura comparação

Não tem jeito, desde o momento em que você dá início ao jogo automaticamente começa a fazer comparações com o Resident Evil 2 clássico. Essa é uma dura comparação para qualquer jogo, afinal, RE2 foi durante anos o jogo mais vendido da franquia, e apresenta conceitos importantes, personagens icônicos e é uma grande evolução em relação à Resident Evil 1.

Mas, desde os primeiros segundos de jogo é incrível notar o quão cuidadosa e caprichosa foi a Capcom. Tudo que conhecemos do jogo original está lá, e ainda por cima de forma melhorada e ampliada.

A história da chegada de Leon S. Kennedy e Claire Redfield à Raccoon City ganha uma breve expansão, e o mais incrível é por vivenciar essa chegada e notar que todas as minúcias foram cuidadosamente tratadas para respeitar o espírito do jogo clássico.

A comparação inicial que tenderia a ser dura e injusta com Resident Evil 2 Remake, acaba sendo um baita cartão de visitas e mostra ao jogador que ele está prestes a entrar em um mundo refeito com zelo e maestria pela Capcom, adentrando assim em uma atmosfera ainda mais complexa e imersiva do que poderíamos esperar.

Maior, melhor e mais profundo

Uma das grandes questões sobre como a Capcom faria Resident Evil 2 Remake era em relação à expansão da história do jogo e dos personagens, algo bastante esperado principalmente com relação ao background dos personagens secundários como Ada Wong, Sherry Birkin, Robert Kendo, Brian Irons e o casal Annette e William Birkin.

Resident Evil 2 Remake expande a história desses personagens e por consequência a história de Leon e Claire e também do jogo como um todo. Vemos interações mais profundas e complexas entre os protagonistas, seus personagens de apoio e antagonistas.

A relação entre Leon e Ada, por exemplo, é melhor construída e melhor explorada do que no jogo original. Eles tem mais pontos de interação e estas são muito mais verossímeis e coerentes do ponto de vista da situação em que ambos estão vivendo em meio àquele caos.

O mesmo vale para a relação entre Claire e Sherry. A forma como Claire se aproxima da jovem criança e ganha sua confiança é bastante condizente com a personalidade afável e receptiva da Redfield e com a aura assustada e perdida de Sherry.

Interessante notar que praticamente todos os personagens presentes no Resident Evil 2 clássico tem um papel ampliado no remake. Desde Marvin Branagh, que tem importantes momentos com Leon no início do game, até mesmo Robert Kendo que ganha um background extremamente sensível e emocionante, sendo que no jogo de 1998 não passa de um mero easter egg relacionado a Barry Burton e um personagem que serviu apenas para morrer e mostrar o quão perigosos são os zumbis.

Aliás, precisamos falar dos zumbis…

Bem-vindo ao mundo do terror de sobrevivência

Na maioria dos jogos da franquia Resident Evil, os zumbis são inimigos que não causam grandes problemas, ao menos em sua forma padrão e original.

Resident Evil 2 Remake também modifica isso. Nunca os zumbis da franquia foram tão vorazes, resistentes e causaram tantos problemas.

Além de terem maior resistência a disparos, os zumbis agora abrem portas, até mesmo de alguns locais de save. Além de abrir portas eles também adentram janelas, então sempre que possível é recomendado que o jogador use as tábuas para tampar as janelas e impedir que zumbis invadam determinados corredores e salas, o que pode causar mais problemas. Seus ataques não são mais tão lentos e previsíveis, é comum se deparar com zumbis que dão pequenos piques a fim de atacar o jogador.

Outro ponto: ao contrário dos demais jogos da franquia, o corpo dos inimigos mortos não some mais do cenário. Ou seja, a não ser que você exploda a cabeça de um zumbi, não dá pra saber ao certo se ele morreu ou apenas está caído no chão aguardando o jogador passar para atacar. Por tudo isso, prepare-se para gastar muita munição e bem mais itens de cura do que você gostaria.

Mas os zumbis são apenas a ponta do iceberg. Todos os demais inimigos presentes no RE2 clássico se apresentam de forma muito mais problemática para o jogador do que em suas versões originais. A começar pelos Lickers, chamados no remake de Carnífices. Eles são ainda mais ágeis, imprevisíveis e agressivos do que no jogo original. Seu ponto fraco continua sendo a visão, mas o mínimo barulho ou uma aproximação muito grande fazem com que estas criaturas demoníacas ataquem o jogador com a certeza de lhe causar grandes danos.

Zombie Dogs também apresentam um comportamento mais agressivo e difícil de prever. As Ivys, inimigos encontrados na metade final do jogo são bastante diferentes das encontradas no jogo original. A começar pelo fato de que sua forma é humanoide e são muito mais resistentes. Mas a grande surpresa que esses inimigos guardam é que eles podem causar morte instantânea caso agarrem o jogador e ele não possua nenhuma arma secundária de defesa.

A Tirania de um titã

Mas tudo isso que falei nos parágrafos acima não é praticamente nada comparado com a angústia e a tensão de ter o Tyrant (Mr. X, ou Tirano, na tradução do jogo) lhe perseguindo durante todo o tempo. Escutar seus passos se aproximando é angustiante e traz sempre a certeza de ter de rever seus planos e tentar despistar a criatura.

Encontrá-lo em corredores estreitos e sem a possibilidade de usar os corredores labirínticos da R.P.D. é atestado de tomar muito dano ou de gastar muita munição. O Tyrant apresenta uma agilidade e agressividade que vão morar nos seus piores pesadelos. Desde já, fica na cabeça o inferno que pode ser encarar um Nemesis nestes moldes em um possível remake de Resident Evil 3.

A verdade é que encarar o Tyrant de frente é quase sempre uma péssima ideia. A criatura perseguidora é quase imparável e está sempre em busca de Leon e Claire, até mesmo em algumas salas de save. Haverá momentos de puro desespero em que você terá de lidar com o Tyrant e também alguns zumbis e Lickers em um mesmo ambiente, uma situação que com certeza não agrada nem o mais masoquista dos jogadores. A verdade é que o Tyrant vai perseguí-lo na R.P.D., no subsolo, nos laboratórios, e provavelmente também nas suas noites de sono.

Liga o Waze!

Por falar em R.P.D., subsolo, laboratórios… provavelmente os jogadores veteranos de Resident Evil, especialmente dos jogos mais antigos, estão acostumados com o backtracking que esse tipo de jogo oferece.

Quando se confirmou a produção de Resident Evil 2 Remake, muito se imaginou como a Capcom trataria as localidades do game e quais mudanças e adições faria em seus mapas para torná-lo atrativo para a nova geração sem perder a essência cravada pelos corredores da R.P.D.

É justamente esse um dos pontos em que RE2 Remake mais brilha.

A R.P.D. está gigante, cheia de áreas e caminhos novos, além de todas as salas e corredores clássicos reimaginados que mantém toda a essência do local. Se você jogou muito RE2 e acha que conhece a RPD como a palma da sua mão, RE2 Remake dá um soco na sua cara e fará você ir e vir muito pelo local para decorar novos caminhos e criar estratégias para ir e vir evitando os lugares com maior quantidade de inimigos.

A área abaixo da delegacia também está completamente remodelada. A área com o estacionamento, canil e alguns corredores do RE2 clássico deu lugar a um imenso complexo, cheio de corredores, salas e puzzles a serem resolvidos em meio a muitos perigos.

Nos esgotos talvez tenhamos a grande diferença do jogo. Esqueça aquela meia dúzia de corredores por onde os personagens passavam rapidamente para chegar ao bonde/elevador que dá acesso aos laboratórios. Os esgotos de RE2 Remake são gigantescos, um complexo de corredores e salas labirínticos e com muitos perigos reais que farão os jogadores respirarem fundo a cada vez que tiverem que passar por determinadas localidades.

Por fim, o laboratório subterrâneo – chamado de NEST também ficou maior e muito melhor. Agora com mais cara de laboratório hightech ainda, o local esconde muitas novidades e surpresas, além de corredores infestados de zumbis, Lickers e Ivys, além de é claro, incríveis boss fights que conseguem superar as batalhas do RE2 clássico.

Clímax com cara de clímax

O design dos monstros de Resident Evil 2 Remake é um espetáculo à parte. A RE Engine realmente elevou o patamar visual dos jogos da franquia para um outro nível, e se em RE7 a gente tinha uma amostra da sua capacidade, em RE2 Remake vemos o motor gráfico da Capcom funcionando em sua plenitude.

As transformações de William Birkin são grotescamente incríveis. Cada parte de seu corpo deformado e tomado pelo Vírus G parece ter vida e isso fica ainda mais legal de se notar durante as vezes em que o enfrentamos no decorrer do jogo.

Além disso, a dinâmica das batalhas contra os chefes é um dos pontos altos do jogo. Desde a mudança na trilha sonora, até as formas de enfrentamento desses inimigos mostram o quão a Capcom se preocupou em tornar esses momentos-chave do jogo em algo épico.

Todas as batalhas contra os chefes do jogo respeitam as batalhas do RE2 original e adicionam elementos e dinâmicas que as tornam ainda mais complexas e empolgantes.

Desde mudanças nos cenários ou nas localidades das batalhas, até mesmo a referências à outros jogos da série. Apesar de serem muito semelhantes em essência, as batalhas são únicas, e revivem a memória dos enfrentamentos contra os chefes do RE2 clássico ao mesmo tempo em que trazem um frescor e uma sensação de novidade.

Isso vale inclusive para a icônica batalha contra o crocodilo nos esgotos. Não vou detalhar aqui para não estragar a surpresa, mas ela é sem dúvida um dos pontos mais empolgantes do game.

Atenção nos mínimos detalhes

Resident Evil nasceu como uma franquia moldada em seus detalhes. Seja detalhes introduzidos nos jogos por conta da Capcom para criar uma mitologia mais densa para a a série, seja em detalhes que o jogador deve prestar atenção para conseguir progredir nos jogos.

Tais detalhes voltaram a ter força total em Resident Evil 2 Remake. Tanto no cuidado e no esmero da publisher em criar cenários, itens, roupas, personagens e inimigos com minúcias granulares, como na necessidade de o jogador verificar cada cantinho dos cenários e chegar todos os arquivos e itens encontrados pelo caminho.

Os puzzles voltaram com tudo nesse jogo, e a solução da maioria deles é encontrada em arquivos espalhados pelos cenários ou ainda na boa observação de itens encontrados pelo caminho. Um mesmo item pode servir para solucionar mais de um puzzle, já que um mesmo item pode ter dupla função sendo necessário examinar e re-examinar ele no inventário para entender seu funcionamento.

Resident Evil 2 Remake respeita e presta uma grande homenagem à era de ouro da franquia, onde cada mínimo detalhe tinha um porque de existir, e a chave para a progressão no jogo encontrava-se justamente na compreensão dessas minúcias e na capacidade do jogador de encontrar uma agulha em meio a um palheiro.

Poxa Capcom, por que vacilou assim?

Se em diversos aspectos a Capcom está completamente de parabéns com Resident Evil 2 Remake, existe um aspecto em que a publisher vacilou e perdeu a oportunidade de fazer deste o melhor Resident Evil de todos os tempos com uma distância considerável.

O Resident Evil 2 clássico é conhecido pelos fãs, entre outras coisas, por seu incrível fator replay proporcionado por 4 diferentes cenários – Claire A, Claire B, Leon A e Leon B. O cenário B de um personagem sempre complementava o cenário A do outro, tanto em história quanto em gameplay. Infelizmente, Resident Evil 2 Remake comete um erro bastante primário e inaceitável com isso.

Os cenários A e B dos personagens ainda são complementares, entretanto, há muitas coisas repetidas que o jogador deve fazer nos dois cenários, entre elas a resolução de puzzles que deveriam ser únicos e o enfrentamento dos mesmos chefes, nas mesmas situações.

Para exemplificar: se você enfrenta William Birkin em sua mutação nível 2 no cenário A de Leon em uma determinada locação, irá enfrentar o mesmo inimigo, no mesmo estágio de mutação, no mesmo local. O RE2 de 1998 era muito melhor resolvido nessa questão, afinal, cada cenário tinha seus chefes, seus caminhos e seus puzzles. Embora algumas coisas fossem compartilhadas, elas impactavam pouco na história do jogo e na sua progressão.

Dessa forma, o cenário B dos personagens acaba se apresentando apenas como um cenário ligeiramente mais curto e com nível de desafio maior. Não há a variedade do RE2 clássico, e isso é um grande balde de água fria, afinal é uma das mecânicas mais celebradas do jogo original.

Outro ponto que talvez desagrade um pouco os jogadores são os pontos em que assumimos o controle de Ada Wong e Sherry Birkin.

Por tudo o que foi mostrado em trailers, gameplays e materiais de divulgação, esperava que a duração dos momentos em que as controlamos – especialmente Ada, fosse mais longa. No fim, fica o gostinho de que estes trechos poderiam ter sido melhor explorados, o que ajudaria a compor melhor a relação do jogador com as personagens e também as suas próprias histórias.

Mas e aí, Resident Evil 2 Remake vale a pena?

Resident Evil 2 Remake é o jogo que os fãs de Resident Evil sempre quiseram. Ele respeita a essência e a alma do jogo original e expande sua história principalmente através da melhor caracterização dos personagens secundários, seus backgrounds, suas motivações e a forma como eles interagem com os dois protagonistas.

Em termos de mecânica o trabalho realizado pela Capcom é fantástico, principalmente por modernizar todas as sensações inerentes ao terror de sobrevivência de forma intensa e profunda, adicionando a isso uma camada de modernidade com os conceitos de jogabilidade utilizados em Resident Evil 7, que aparecem bastante aprimorados, bem como os gráficos e toda a parte técnica do game.

Prepare-se para ter muitos sustos e passar 90% do tempo com a tensão no limite. Tudo no jogo está lá para agredir de alguma forma, seja causando ferimentos nos personagens ou atingindo em cheio a mente do jogador.

Entretanto não dá para ignorar a bola fora da Capcom na hora de reproduzir os cenários A e B de cada personagem com a mesma variação de opções, caminhos e batalhas que existe no jogo original. Isso fica como uma mácula em um jogo que tinha tudo para ser perfeito, e dá a impressão que ou houve preguiça na produção ou então alguém tomou uma decisão bastante equivocada.

Ainda assim, é um baita jogo, um dos melhores jogos já lançados nesses 23 anos de Resident Evil, e com certeza se tornará um clássico instantâneo. É torcer para que a Capcom não repita esse mesmo tipo de erro com um possível remake de Resident Evil 3.

Review elaborado com uma cópia do jogo para PlayStation 4 fornecida pela Capcom-Unity Brasil. O texto acima não reflete a opinião do Critical Hits como um todo, e sim do autor da análise.

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Resumo para os preguiçosos

Resident Evil 2 Remake é o jogo que os fãs de Resident Evil sempre quiseram. Ele respeita a essência e a alma do jogo original e expande sua história principalmente através da melhor caracterização dos personagens secundários, seus backgrounds, suas motivações e a forma como eles interagem com os dois protagonistas.

Em termos de mecânica o trabalho realizado pela Capcom é fantástico, principalmente por modernizar todas as sensações inerentes ao terror de sobrevivência de forma intensa e profunda, adicionando a isso uma camada de modernidade com os conceitos de jogabilidade utilizados em Resident Evil 7, que aparecem bastante aprimorados, bem como os gráficos e toda a parte técnica do game.

Prepare-se para ter muitos sustos e passar 90% do tempo com a tensão no limite. Tudo no jogo está lá para agredir de alguma forma, seja causando ferimentos nos personagens ou atingindo em cheio a mente do jogador.

Entretanto não dá para ignorar a bola fora da Capcom na hora de reproduzir os cenários A e B de cada personagem com a mesma variação de opções, caminhos e batalhas que existe no jogo original. Isso fica como uma mácula em um jogo que tinha tudo para ser perfeito, e dá a impressão que ou houve preguiça na produção ou então alguém tomou uma decisão bastante equivocada.

Ainda assim, é um baita jogo, um dos melhores jogos já lançados nesses 23 anos de Resident Evil, e com certeza se tornará um clássico instantâneo. É torcer para que a Capcom não repita esse mesmo tipo de erro com um possível remake de Resident Evil 3.

Nota final

90
Saiba mais sobre os nossos métodos de avaliação lendo o nosso Guia de Reviews.

Prós

  • Ambientação
  • Expansão da história
  • Maior profundidade dos personagens secundários
  • Graficamente incrível
  • Mecânicas clássicas foram atualizadas
  • Respeita a essência do original
  • Cenários ampliados e remodelados
  • Boss battles incríveis
  • Modos de Hunk e Tofu ampliados

Contras

  • Falta de variedade de história, gameplay e progressão entre cenários A e B de cada personagem
  • Repetitividade de atividades em ambas as campanhas
  • Trecho de Ada Wong poderia ser mais longo
Ceraldi

Senior Product Designer, Ceraldi se dedica (menos do que gostaria) ao Critical Hits e tentar cumprir seu papel de pai de família em meio à gatos, bacon, video games, séries, MCU, futebol e NBA.

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