Categorias: Games

Ubisoft não pretende lançar jogos “curtos” tão cedo

A Ubisoft está bem satisfeita com o resultados que os jogos de mundo aberto dela estão rendendo. Satisfeita o suficiente para não estar afim de voltar a fazer jogos como antes.

Assassin’s Creed, Watch Dogs e Ghost Recon Wildlands já provaram o potencial que a produtora tem para desenvolver jogos de mundo aberto e mais jogos no estilo desses três estão por vir.

Considerando que a Ubisoft tem expandido o mapa dos jogos dela game após game, a decisão dela passar a fazer apenas jogos de mundo aberto não é uma revelação chocante. E segundo a desenvolvedora, o rumo que os jogos dela tomaram não foi acidental.

“O nosso objetivo é termos certeza de que você pode experiênciar o Assassin’s Creed Unity dentro de um Odyssey” disse Yves Guillemot, CEO da Ubisoft.

“Se você quiser ter uma campanha que dure 15 horas, você pode ter, mas você também pode ter outras histórias. Você pode viver naquele mundo e pode ir atrás do que você quiser ir atrás. Você tem uma experiência, muitas experiências como as de Unity.” acrescentou Guillemot.

Quando foi questionado sobre se a Ubisoft planeja fazer mais jogos naquele formato mais focado, Guillemot simplesmente respondeu “Não.” Na verdade, o CEO também acredita que esse estilo de jogo é capaz de gerar lucro apesar de precisar gastar tanto na produção de jogos tão grandes.

“Eles são sustentáveis, porque o mundo é grande e o número de jogadores que podem jogar os nossos jogos é imenso. O que nós vimos nos últimos anos foi o número de jogadores que jogam os nossos games crescendo constantemente.

Novos mercados estão se abrindo e os jogos estão durando muito mais tempo do que costumavam. Então no momento em que nós vermos que podemos continuar aumentando os nossos investimentos sendo que o retorno deles durará, nós vamos fazer isso.” concluiu Guillemot.

Em média, os jogadores gastaram 60 horas no mundo de Assassin’s Creed Odyssey, o que é uma média maior do que a dos últimos jogos. Isso é parte do motivo pelo qual Guillemot acredita que os jogadores se sentem mais confortáveis ao gastarem dinheiro em microtransações se isso significa aproveitar mais daquele mundo.

E aí, o que você achou dessa decisão da Ubisoft? Comente aqui embaixo!

Este website utiliza cookies