Os vazamentos de GTA 6 ganharam um novo capítulo depois que o grupo de hackers CyberLeek passou a divulgar supostos materiais do jogo e, ao mesmo tempo, enviou uma lista de exigências à Rockstar. O grupo afirma que seguirá liberando mais conteúdo caso suas demandas não sejam atendidas.

Desde 18 de agosto de 2026, o CyberLeek publicou em seu site trechos que, de acordo com o relato, incluem um clipe de gameplay de dois minutos, elementos da interface, o sistema de procurado, um mapa completo e várias revelações de veículos. O material vem sendo derrubado com frequência, e quem compartilha os arquivos no YouTube estaria recebendo strikes de DMCA, o que reforça a suspeita de que os vazamentos sejam legítimos. Ainda assim, a confirmação definitiva deve depender da revelação oficial marcada para 27 de agosto de 2026, que a matéria cita como o momento em que tudo deve ficar mais claro.
Além de expor os supostos conteúdos, o grupo tenta justificar a ofensiva como uma espécie de punição à Rockstar. O CyberLeek diz que a empresa teria violado seus próprios “mandamentos” da indústria e, por isso, deveria ser responsabilizada. Entre as regras listadas pelo grupo estão a proibição de vender pré-vendas digitais, de comercializar DLCs falsas para campanha solo e de remover conteúdo single-player. O texto divulgado pelo grupo afirma ainda que publishers tratam licenças como compras, lançam jogos inacabados como serviços contínuos e mantêm lucros mesmo ao encerrar títulos.
Na prática, a postura do CyberLeek soa menos como ativismo e mais como tentativa de coerção. Mesmo que o discurso critique práticas reais e bastante conhecidas da indústria, ameaçar novos vazamentos para forçar uma resposta pública dificilmente vai alterar a estratégia da Rockstar ou da Take-Two Interactive. O cenário mais provável, como aponta a Screen Rant, é que as empresas continuem tentando conter a circulação do material enquanto aceleram a campanha oficial de GTA 6 até o lançamento, previsto para 19 de novembro de 2026.

