Gamescom 2015: Testamos Battleborn

Todo mundo conhece a Gearbox Software como a muito bem sucedida produtora de Borderlands, então, quando o novo IP da produtora, Battleborn, foi anunciado, o hype foi tremendo. Pouco foi divulgado sobre jogo nos últimos meses, mas o que foi mostrado pela Gearbox na Gamescom superou todas as expectativas.

A apresentação a portas fechadas da qual participei foi feita pelo presidente da Gearbox, Randy Pitchford, isso mostra o compromisso que a empresa tem com seus jogos, na apresentação ele contou mais sobre a história – que está mais para um conceito – do jogo e mostrou mais 4 novos personagens, somando-os aos 10 que haviam sido divulgados anteriormente.

O universo possui trilhões de estrelas, dentre elas o sol, e tudo indica que eventualmente todas elas serão apagadas, isso leva ao mundo de Battleborn, onde facções lutam entre si pelo que elas acreditam ser o melhor a se fazer com a última estrela restante no universo, a Solus.

Imagina que Borderlands tivesse um filho com Dota, o resultado disso seria Battleborn, ou seja, um FPS com elementos de MOBA. O jogo, até então, será lançado com 25 champions, cada um com habilidades e personalidades únicas. Sabe aquele sentimento em Borderlands de que os personagens realmente são diferentes um do outro e se complementam? Pois então, Battleborn mantém ele e ainda o aprimora, por conta de haver uma quantidade ainda maior de personagens a serem escolhidos.

O único problema do hands-on que participei foi sua duração, eu poderia ter passado o resto do dia matando aliens, mas não foi possível. Apenas 10 champions estavam disponíveis para serem escolhidos, acabei jogando com um inspirado no Master Chief – como o próprio Randy disse – e arrisco dizer que Battleborn tem tudo para superar seu irmão mais velho.

A qualidade gráfica do jogo é muito boa com seu estilo cartoonizado, afinal artistas que já trabalharam para a Pixar estão envolvidos com a direção de arte do jogo. É bom lembrar que traços do humor escrachado de Borderlands também estão presentes no jogo, o que é um bom sinal.

A imprensa também teve acesso a uma versão desenvolvedor do jogo, onde foi possível ter uma melhor ideia de como funciona a produção de um jogo dessa magnitude. Além de tudo isso, o jogo possuirá um modo história e multiplayer splitscreen nos consoles.

Randy disse que uma data de lançamento será divulgada em breve, provavelmente nessa semana.

Battleborn será lançado para Xbox One, PS4 e PC. E, até agora, é um favorito pessoal do que já pude ver na Gamescom.

O que está achando da cobertura da Gamescom feita pelo CH? Não deixe de comentar.

Romulo Ferreira

Colaborador

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