Castlevania Belmont’s Curse nem sempre teve o ritmo com que foi lançado. Em entrevista ao PCGamesN, Ben Laulan, chefe de negócios da Evil Empire, contou que o estúdio testou versões bem diferentes do jogo, uma mais próxima de Dark Souls e outra que lembrava demais Dead Cells, até acertar o ritmo.
“Fizemos várias versões do jogo. Algumas eram bem mais lentas, com uma pegada mais de Dark Souls, combate ainda mais pesado e ritmo arrastado”, explicou. “Aí percebemos que aquilo não era bem Castlevania, porque estava lento, intenso e difícil além da conta. Então aceleramos tudo, e o jogo virou Dead Cells demais, rápido demais, sem a exploração que um Castlevania precisa ter.”

A versão final ficou entre os dois extremos. “Chegamos a um meio-termo bacana, que respeita a franquia e tem um ritmo mais calmo na exploração, mas ainda assim é um jogo moderno e gostoso de jogar. Você pega o controle e ele cai bem nas mãos”, disse Laulan.
A comparação com Dead Cells não é por acaso, já que a Evil Empire nasceu dentro da Motion Twin, a criadora de Dead Cells, para continuar dando suporte ao jogo depois do lançamento, e as duas empresas trabalharam juntas no novo Castlevania. O estúdio também é responsável por The Rogue Prince of Persia, feito em parceria com a Ubisoft.

Castlevania Belmont’s Curse foi lançado em 15 de outubro para PC, PS5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch, e também pode ser jogado no Switch 2 por retrocompatibilidade.
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