Michael, cinebiografia de Michael Jackson, ultrapassou US$ 1 bilhão de bilheteria e se tornou a primeira cinebiografia da história a alcançar essa marca. O filme dirigido por Antoine Fuqua soma US$ 371,8 milhões no mercado doméstico e US$ 629,8 milhões no exterior, chegando a US$ 1,001 bilhão em arrecadação global.
O feito veio na 12ª semana de exibição, impulsionado especialmente pela recente estreia no Japão, país com uma das maiores bases de fãs de Jackson no mundo. Com isso, Michael passa a ser o segundo filme a cruzar o bilhão em 2026, atrás apenas de Super Mario Galaxy: O Filme.

Pelo caminho, a produção acumulou uma série de recordes. Já era a cinebiografia musical de maior arrecadação da história, superando Bohemian Rhapsody, e a maior biografia de todos os gêneros, à frente de Oppenheimer, que havia parado em cerca de US$ 976 milhões. Também se tornou o filme mais lucrativo da Lionsgate e o primeiro do estúdio a alcançar a casa do bilhão.
O tamanho do resultado chama ainda mais atenção diante do histórico do projeto. Segundo o New York Times, os grandes estúdios de Hollywood recusaram o filme por conta das controvérsias ao redor da figura de Jackson, e coube à Lionsgate assumir a produção, orçada em cerca de US$ 150 milhões. A recepção da crítica também foi majoritariamente negativa, o que não impediu o público de comparecer em massa aos cinemas.

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