5 curiosidades sobre jogos – parte 35

Fala, galera, tudo bom com vocês? Acabamos não colocando nenhuma curiosidade na semana passada para dar uma descansada nessa sessão, mas não se preocupem pois ela não tira férias remuneradas tão cedo assim. Por falar nisso, a edição de hoje é tradicional, com jogos sortidos. Prontos ou não, aí vamos nós.

5. Um encontro casual

Sabe Kingdom Hearts, aquele jogo que mistura personagens de Final Fantasy e da Disney e contam com um protagonista e alguns personagens inéditos? Bom, ele só surgiu porque Shinjo Hashimoto, da Square Enix e um executivo da Disney pegaram o mesmo elevador. Além do clássico “será que chove? que calor hoje” e afins, eles começaram a conversar sobre uma história onde os personagens de ambas as franquias estivessem juntos.

Dessa conversa, surgiu a papelada e da papelada, Kingdom Hearts. Imagino que a subida ou descida de elevador deva ter sido bem longa para eles terem conseguido organizar a ideia básica do jogo e terem ficados interessados o suficiente na ideia para ter levado ela adiante. Ou será que foi um “e se os personagens das nossas empresas fizessem parte do mesmo jogo?”.

4. Quase um Game Boy

Tá vendo essa fita aí em cima? Esse é o Super Game Boy, acessório que permitia ao Super Nintendo rodar jogos de Game Boy. O problema era que o console da Nintendo não tinha potência de hardware o suficiente para fazer uma emulação perfeita do Game Boy.

Como solução para o problema, a companhia simplesmente pegou e meteu boa parte do hardware do Game Boy na fita, praticamente transformando o “adaptador” de fitas de Game Boy num portátil sem tela.

3. Cuidado com a bandidagem

A Yakuza é mais ou menos como a máfia, só que Made In Japan. A entidade é bem mais antiga do que a máfia, na verdade, com a sua origem remontando o século 17 e sendo composta mais de 100 mil membros atualmente.

Para vocês terem uma ideia do medo (e consequentemente respeito) que os japoneses têm pela Yakuza, a Nintendo decidiu que todos os envios do Super Nintendo só seriam feitos à noite, para evitar roubos de cargas feitos pelos mafiosos.

2. Sucata

Os consoles da próxima geração, Xbox One e PlayStation 4, terão um hardware bastante semelhante ao usado nos PCs caseiros atualmente. Se abríssemos um desses consoles, encontraríamos um processador e uma placa de vídeo que poderiam muito bem ser colocados num PC caseiro sem maiores dificuldades. Quer dizer, isso seria possível se eles não viessem soldados na placa mãe e tudo mais.

Esses não foram os primeiros consoles a usarem uma arquitetura de processador idêntica à dos PCs caseiros. Quem ganha esse título é o Xbox original, que vinha com um processador que era um meio termo entre um Pentium 3 e um Celeron. Para vocês terem uma ideia de como ele se aproximava dum PC caseiro, o protótipo original do console foi feito de partes de notebooks da Dell que foram encomendados pelo time da Microsoft responsável pelo projeto, no distante ano de 1998.

1. Não pode falar de Deus

Você sabia que tem gente que joga videogame nos Emirados Árabes Unidos? Pois é, nem eu, mas também, num deserto gigante daqueles, o que mais você vai fazer além de ficar jogando videogame no ar condicionado? Então, tem certos jogos que não podem sair lá por causa da censura. Injustice: Gods Among Us é um deles que acabou censurado não por causa da roupa da Harley Quinn e sim por usar a palavra “Gods” no nome.

Por ser uma teocracia (ou seja, a religião que dita as regras), eles levam essa história do uso do nome do Senhor bem a sério e a Warner Games acabou não conseguindo a permissão necessária para lançar o jogo na terra dos sheiks. Eles tentaram consertar o problema trocando o nome de Injustice para Injustice: The Mighty Among Us, mas como eles só fizeram isso na caixa do jogo e não mexeram no jogo em si, ele acabou barrado da mesma forma. Por ser caro demais mexer no jogo todo por causa do nome, Injustice nunca vai ser lançado nesse país.

Gostou? Confira já as outras partes:

Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Parte 5 – Parte 6 – Parte 7 – Parte 8 – Parte 9 – Parte 10 – Parte 11 – Parte 12 – Parte 13 – Parte 14 – Parte 15 – Parte 16 – Parte 17 – Parte 18 – Parte 19 – Parte 20 – Parte 21 – Parte 22 – Parte 23 – Parte 24 – Parte 25 – Parte 26 – Parte 27 – Parte 28 – Parte 29 – Parte 30 – Parte 31 – Parte 32 – Parte 33 – Parte 34

Eric Arraché

Eric Arraché Gonçalves é o Fundador e Editor do Critical Hits. Desde pequeno sempre quis trabalhar numa revista sobre videogames. Conforme o tempo foi passando, resolveu atualizar esse sonho para um website e, após vencer alguns medos interiores, finalmente correu atrás do sonho.

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