A revelação mais recente de One Piece reforça que Luffy não é exatamente quem muitos personagens acreditavam ser. No capítulo 1188 do mangá, a história aprofunda a relação entre o protagonista e Joyboy, ao mesmo tempo em que deixa claro que a figura do passado não retornou de forma literal.
O ponto central da discussão surge após a aparição de Imu no arco de Elbaph, que segue avançando enquanto prepara o terreno para a guerra final da obra. Além da batalha contra Imu e os Cavaleiros Sagrados, o mangá também vem expandindo informações sobre o Século Perdido e sobre Joyboy, personagem citado pela primeira vez no capítulo 628, em 2011. Mesmo sem ter o rosto revelado, ele já era uma peça importante da narrativa há mais de 15 anos.
Desde que Luffy despertou sua Akuma no Mi, a comparação com Joyboy ficou ainda mais forte. Os dois estão ligados pelo poder de Nika, o Deus do Sol lendário, e isso levou Zunesha e outros personagens a acreditarem que Joyboy havia retornado. O capítulo 1188, porém, aponta para outra direção: o que passou adiante foi o título e a simbologia de Joyboy, não uma reencarnação literal.
Isso faz diferença porque Joyboy não era apenas um pirata; tudo indica que ele foi uma das figuras mais poderosas de sua era. Imu, que afirma conhecê-lo pessoalmente, parece ser a voz mais firme dentro da história ao negar qualquer semelhança entre o antigo Joyboy e Luffy. Em termos narrativos, a mensagem é clara: o protagonista está crescendo em poder, mas ainda não alcançou o patamar mítico atribuído ao personagem do Século Perdido.
Na prática, essa confirmação também ajuda a reposicionar Luffy dentro da trama final de One Piece. Ele segue como uma esperança contra o Governo Mundial, mas não como uma cópia do herói perdido do passado. Esse tipo de distinção é importante porque impede que a obra reduza seu protagonista a uma simples repetição histórica e mantém o peso do mistério em torno de Joyboy, que continua sendo um dos maiores segredos do mangá.

