Anime

5 detalhes que tornam Dragon Ball uma série repetitiva

Depois de um tempo na ativa, toda série passa a enfrentar problemas para se manter original e surpreendente. E como não poderia deixar de ser, com Dragon Ball não foi diferente.

Apesar de Dragon Ball ter criado alguns dos paradigmas mais recorrentes dos shonen, a série também sofre com uma enfadonha repetitividade que provavelmente contribuiu para o hiato que vimos acontecer entre Dragon Ball Z e Dragon Ball Super – e sim, estamos ignorando Dragon Ball GT na cara dura mesmo.

Por isso, hoje vamos te mostrar 5 detalhes que tornam Dragon Ball uma série repetitiva, e que permanecem até hoje em Dragon Ball Super.

Morrer não significa nada

A primeira morte de Kuririn marcou os fãs da série pois tirava do jogo um dos personagens mais queridos. Mais tarde Kuririn acabou sendo revivido pelas Esferas do Dragão e tudo se resolveu.

Esse ciclo de morre/ressucita acabou virando uma espécie de marca registrada da série, tendo sido aplicado até mesmo em Goku no arco de Majin Buu.

As ressurreições contínuas meio que tiraram as “consequências” de morrer em Dragon Ball, e hoje uma morte praticamente não quer dizer nada na série.

Batalhas longas demais

Quando era moleque, meu pai não aguentava assistir Dragon Ball comigo. Cada vez que um episódio começava ele falava a mesma coisa: “mas ainda não resolveram isso dai?” E ele tinha razão.

As lutas de Dragon Ball Z as vezes são enroladas demais e demoram para chegar até o objetivo final. Em partes, enrolar dava mais tempo para a equipe de produção por o trabalho em dia. Mas em contrapartida, deixava tudo mais chato de se acompanhar.

Não a toa, Dragon Ball Kai tenta “resumir” todas essas enrolações, para tornar a série mais fácil de engolir para os dias de hoje.

Novos vilões, mesma coisa de sempre

Outro detalhe que começou a encher o saco foi a mesmice dos vilões. Mesmo que Freeza e Cell e Majin Buu sejam completamente diferentes, o estilo de evolução do arco é praticamente o mesmo: o vilão começa na sua primeira forma e vai evoluindo até chegar ao limite.

Chegou uma hora em que isso literalmente saturou os fãs, ainda mais por que quase não víamos novas técnicas para acompanhar as novas transformações.

Muito soco, pouco riso

Originalmente Dragon Ball era uma série que abusava de momentos cômicos para aliviar a tensão acumulada. Com o tempo, esses momentos cômicos foram ficando cada vez mais raros e Dragon Ball Z praticamente perdeu uma as suas características mais originais.

Nerfou os não saiyajins

Na fase clássica, vencia a luta quem possuía mais habilidade. Foi isso que tornou o arco de Piccolo Daimaoh tão interessante, uma vez que eram todos humanos lutando contra uma entidade alienígena fisicamente mais forte.

Quando o conceito de super saiyajin foi introduzido, de uma hora para outra todos os Guerreiros Z que não eram Saiyajins perderam a relevância. Dá pra contar nos dedos as vezes que vimos momentos decisivos que não foram protagonizados por Goku, Vegeta, Gohan ou Gotenks, o que fez a série perder um pouco da graça.

A sorte é que isso parece estar sendo “revertido” ao poucos em Dragon Ball Super.

Confira também:

Dragon Ball Super encontra-se em hiato no momento. O anime encerrou em março de 2018 com o fim do Torneio do Poder.

Vale ressaltar, entretanto, que o mangá continua sendo publicado mensalmente com aventuras inéditas.

Nesta nova fase, Goku e Vegeta estão enfrentando um inimigo milenar e poderosíssimo: Moro, o consumidor de planetas. Este novo inimigo tem como objetivo fortalecer-se e então consumir a energia de todo o universo.

O anime pode ser acompanhado na íntegra no Crunchyroll, no seu idioma original com legendas em português.

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