O futebol engloba várias camadas diferentes em seu ambiente, e o público é uma das que mais se destacam – não apenas pela torcida, mas também por quem pode estar ali fazendo algo a mais do que apenas assistindo ao jogo. O avanço da tecnologia, inclusive, também permitiu que tivéssemos cada vez mais tipos diferentes na plateia.
Essa transformação digital do futebol também impulsionou o crescimento exponencial do mercado de apostas esportivas no país, com plataformas disputando a atenção dos torcedores conectados. Para navegar com segurança nesse cenário em expansão, é fundamental conhecer casas de apostas autorizadas no Brasil, garantindo uma experiência regulamentada e protegida. A presença massiva de influenciadores nas transmissões ao vivo tem sido determinante para educar o público sobre práticas responsáveis de apostas e escolha de operadores confiáveis.
A mudança de perfil nos estádios
Claro, no início apenas os espectadores é que ocupavam um lugar nas arquibancadas e mesmo que esses tivessem algum destaque (como por exemplo as torcidas organizadas), esse perfil vem mudando mais radicalmente nos últimos tempos.
Além das pessoas que trabalham diretamente na área, temos também os influenciadores digitais, que abrem um novo espaço na forma em que a informação sobre as partidas é transmitida ao público em geral.
Quem são os influenciadores
Em primeiro lugar, os influenciadores são uma das mais novas “profissões” do século – para quem não sabe, são pessoas que tem um grande público que os acompanha em suas redes sociais, sendo que alguns são patrocinados e outros trabalham diretamente com anúncios.
Não seria inesperado que com o futebol esse fenômeno passasse incólume, dado que é um esporte de massa e que atrai grande atenção do público, e assim inevitavelmente uma coisa acabou levando à outra, com cada vez mais influenciadores entrando para a área esportiva.
Nesse universo, temos desde torcedores que acompanham as partidas ao vivo e compartilham suas impressões (embora muitas vezes isso nem seja permitido, dado que esse geralmente não tem os direitos de transmissão dos eventos).
Na Copa do Mundo, inclusive, esse também foi um assunto dado que chamou a atenção porque a própria FIFA proibiu que influencers fizessem transmissões dentro dos estádios, algo que poderia ser punido inclusive com a deportação.
Há ainda influenciadores que fazem mais análises pré e pós-jogo, sendo que alguns inclusive falam sobre apostas (mostrando a diversidade de informação que temos nesse momento, com vários pontos de vista diferentes para algo que pode ser a mesma situação).
Nesse meio, inclusive podemos ter também ex-jogadores, o que não é incomum já que vários deles inclusive participam de podcasts e trazem uma visão diferenciada, mas que também rompem as linhas entre o que é exatamente um influenciador, já que não existe exatamente uma profissão formalizada com funções bem claras.
Isso inclusive também muda o cenário sobre como a informação é transmitida – se antes os jornalistas, seja eles de rádio ou TV, tinham um monopólio sobre isso, hoje a internet permite que qualquer um tenha voz, cabendo a quem assiste filtrar as ideias expostas.
Isso porque influenciadores muitas vezes não tem alguém a quem responder, e podem também não ter linhas definidas em relação a pautas, trazendo o que pensam ao invés de precisarem seguir algum tipo de indicação.
Os reflexos gerais do cenário
Isso também tem mudado a forma com a qual os próprios meios de comunicação têm atuado – por exemplo, na Copa do Mundo temos o caso da Cazé TV, um canal do Youtube que faz a transmissão do evento e tem uma estética mais voltada para a internet, com um tom mais informal e até mesmo influenciadores na bancada, ao invés de apenas ter jornalistas.
Esse tom inclusive tem apelo do público por se aproximar mais do que a audiência está acostumada a ver no dia a dia, e também tem a ver com influenciadores não precisarem de uma formalidade maior – muitas vezes, eles não têm a formação nem o direcionamento necessário para apresentar algo nessa linha.
Assim, isso acaba refletindo a própria expectativa do público, que se vê mais representado por alguém que fala naturalmente e costuma expor sua própria opinião – que nem sempre vai de acordo com a realidade – do que alguém com terno e gravata com uma mensagem que muitas vezes nem foi ele mesmo quem redigiu.
A própria explosão de patrocinadores nesta área também contribui muito para que cada vez mais pessoas busquem produzir conteúdos nesse formato, especialmente em uma época onde o Youtube costuma render muitos dividendos a quem tem mais audiência – e o futebol é um ótimo meio para isto.
Influenciadores e apostas
Uma discussão relevante que também tem sido muito comentada é a da publicidade para apostas nesse meio, sendo que muitas vezes influenciadores que não tem nenhum tipo de conhecimento da área indicam não somente casas, mas também dão dicas de apostas.
Esse é um ponto sensível, dado que apostas requerem análise e fundamentação, além de estudos. Seguir apenas pessoas que podem não ter conhecimento necessário para isto é algo que não deve ser feito – pelo contrário, prefira acompanhar especialistas e faça suas próprias análises e comparações antes de sair apostando.
As apostas ainda são algo relativamente novo no Brasil (tanto quanto a onda de influenciadores digitais) e por isso é sempre melhor agir com critério e sobriedade, ao invés de apenas seguir instruções das quais não temos uma fundamentação exata.
O fato é que essa nova onda de influenciadores veio para ficar, e com cada vez mais canais especializados em futebol – seja nas análises, seja no lado torcedor ou até mesmo de modo mais humorístico, a cena está cheia de pessoas e oportunidades, mas cabe ao público filtrar essas informações que chegam de forma extremamente variada.
Com um cenário tão complexo, mas ao mesmo tempo bastante interessante para quem gosta de consumir esse tipo de informação, há até uma saturação na quantidade de opções e é difícil dizer que esse cenário sofrerá alguma mudança rapidamente, mas canais como a Cazé TV já aproveitaram bem a oportunidade para se estabelecer e quem quiser disputar o mercado no futuro certamente encontrará mais barreiras de entrada.

