The Pathless – Review

A Giant Squid foi uma desenvolvedora que acabou entrando no mapa de muita gente graças a Abzu, e agora, com a nova geração chegando, a companhia traz em The Pathless um jogo que provavelmente estará na lista de jogos de lançamento pelos quais todo mundo tem curiosidade de jogar. Mas será que ele vale a pena?

Um mundo amaldiçoado

Em The Pathless, você controla “A Caçadora”, uma personagem que deve encontrar uma forma de libertar uma ilha de uma maldição estabelecida por uma criatura maligna.

A caçadora conta com uma água que a acompanha, e que é fundamental para certos puzzles do jogo, além de agilizar na navegação da personagem pelos cenários.

Para isso, você deve explorar um vasto cenário repleto de quebra-cabeças que usam tanto as mecânicas de arco e flecha da caçadora quanto a água que passa a fazer companhia a você logo no começo do game.

Além disso, você conta com uma “visão espiritual”, que serve para você realçar objetos e locais do cenário que você talvez passasse batido e que muitas vezes são necessários para prosseguir no jogo.

Como libertar a maldição

A maioria destes quebra-cabeças são bastante simples de se avançar, porém alguns deles podem acabar fazendo você levar mais tempo do que gostaria caso você não entenda a ideia dele de cara.

Conforme você vai avançando no mapa, você encontra medalhões que servem para retirar parte da maldição de torres espalhadas pelo cenário, e a ideia do jogo é basicamente ir avançando pelo cenário, resolvendo quebra-cabeças, removendo esta maldição e enfrentando um chefe aqui e outro ali.

Para locomover-se nesse cenário, você conta com uma ágil personagem que pode ficar ainda mais rápido contanto que você faça uso das suas habilidades de caçador, atirando em alvos que ficam flutuando pelo cenário para recuperar sua agilidade à media em que você se desloca pelas paisagens do game.

Gráficos e som

Graficamente, The Pathless é um belo jogo, e no PlayStation 5, local onde eu fiz meu review, ele conta com um modo de performance e outro modo de fidelidade gráfica. A trilha sonora do jogo é um dos pontos altos dele também, e felizmente ele conta com menus e legendas em português.

Mas e aí, The Pathless vale a pena?

Jogar The Pathless é uma experiência interessante, e uma boa quebra no tradicional “vou matar tudo o que eu vejo pela frente” de cada dia. O jogo apresenta quebra-cabeças bem pensados e que muitas vezes são bem mais do que “fique no ponto A e atire no Ponto B enquanto você fica aqui”, e em alguns deles você provavelmente será desafiado. Entretanto, vale ressaltar que o jogo acaba se tornando um pouco repetitivo conforme ele avança, e muitas vezes você pode se sentir jogando no automático, até que este automático pare de funcionar e você tenha que voltar a pensar com mais vontade.

Review elaborado com uma cópia do jogo para PlayStation 5 fornecido pela publisher.

Resumo para os preguiçosos

Jogar The Pathless é uma experiência interessante, e uma boa quebra no tradicional “vou matar tudo o que eu vejo pela frente” de cada dia. O jogo apresenta quebra-cabeças bem pensados e que muitas vezes são bem mais do que “fique no ponto A e atire no Ponto B enquanto você fica aqui”, e em alguns deles você provavelmente será desafiado. Entretanto, vale ressaltar que o jogo acaba se tornando um pouco repetitivo conforme ele avança, e muitas vezes você pode se sentir jogando no automático, até que este automático pare de funcionar e você tenha que voltar a pensar com mais vontade.

Nota final

65
Saiba mais sobre os nossos métodos de avaliação lendo o nosso Guia de Reviews.

Prós

  • Puzzles interessantes
  • Belos gráficos e som

Contras

  • O jogo pode tornar-se monótono em vários momentos
Eric Arraché

Eric Arraché Gonçalves é o Fundador e Editor do Critical Hits. Desde pequeno sempre quis trabalhar numa revista sobre videogames. Conforme o tempo foi passando, resolveu atualizar esse sonho para um website e, após vencer alguns medos interiores, finalmente correu atrás do sonho.

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