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Megabyte Punch – Review

O que daria a cruza de Mega Man com Custom Robo (uma franquia que teve algumas edições no Nintendo 64, no Nintendo DS e no Game Cube onde você podia personalizar seu robô e enfrentar outros amigos ou o próprio computador) com Super Smash Bros? A resposta não óbvia seria Megabyte Punch, um jogo que promete personalização de robôs com uma jogabilidade híbrida entre Mega Man e Super Smash Bros. Será que dá certo? Confira abaixo.

Em Megabyte Punch, você vive num mundo de robôs chamados Megac. Você é um jovem Megac que deve participar de um torneio para competir com outros robôs e receber o título de Megac mais poderoso do mundo. Antes disso, porém, você deve se preparar para participar da pancadaria, coletando partes de outros robôs espalhados por diversos estágios e assim melhorar o seu personagem. Ao todo, o jogo oferece 150 partes para você coletar, dando diversas opções de configuração para o seu robô, desde pernas mais poderosas (que dão pulos maiores) a metralhadoras nas mãos.

  • Nome: The Raven: Megabyte Punch
  • Plataforma: PC
  • Desenvolvedora/Publisher: Reptile Games
  • Lançamento: 15 de outubro de 2013

Mas como isso funciona? Bom, depende. O jogo tem basicamente dois modos, um de aventura, onde você passa por diversas fases, e outro de combate de chefes. Durante a aventura, é algo mais ou menos como um Mega Man com esteroides, onde você enfrenta inimigos normais e outros Megacs e coleta as partes dele. Diferente do robô da Capcom, aqui você provavelmente vai dar muito mais porradas do que tiros e isso nem sempre pode ser muito divertido.

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Uma diferença importante, porém, é que o cenário do jogo é completamente destrutível, ou seja, dá para sair abrindo buracos nas paredes com uma broca, caso você não esteja muito afim de seguir o caminho indicado. Porém, ainda assim há diversas batalhas de “subchefe” durante as fases, com o jogo só salvando a cada uma dessas.

Após passar pelos sub-estágios das fases (que são meio longos demais, na minha opinião), você enfrenta o chefe, e é aí que o jogo se transforma em algo parecido com Super Smash Bros. Ao invés de barras de energia, você e o inimigo tem um medidor de dano. Quanto mais dano, mais fácil você voar longe, e o objetivo da luta é exatamente o mesmo de Super Smash Bros, atirar o inimigo o mais longe o possível para que ele caia fora o cenário e perca uma vida. Aliás, você e seu inimigo têm três vidas (ou menos, caso você morra durante as fases) na hora de você enfrentar um chefe, tornando o desafio um pouco mais prolongado.

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Megabyte Punch tem gráficos bem simples para um jogo de 2013. O jogo me lembra um pouco, na verdade, aqueles jogos de Game Cube que não chegavam a explorar a potência gráfica do videogame. Não que eles sejam ruins, o gráfico do jogo é simpático e executa bem o que ele se propõe. Bem melhor do que tentar parecer bom e envelhecer rapidamente. A trilha sonora de Megabyte Punch não é tão legal assim. Ou melhor, ela não incomoda, mas também não se destaca.

O jogo ainda oferece a possibilidade de você jogar com até quatro jogadores, e isso acaba deixando as partidas bem mais divertidas do que sozinho. Dessa forma, é possível compartilhar as peças com os amigos e criar um esquadrão de batalha mais diversificado. Por falar nisso, também é possível enfrentar algum amigo numa das arenas do jogo, caso você não esteja muito afim de passar das fases que o jogo tem pra oferecer.

No mais, Megabyte Punch tem um gameplay divertido, porém nada que chame tanto a atenção assim. O jogo pode ocupar você por algumas horas, mas não espere que seu queixo caia de sua boca.

Resumo para os preguiçosos

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Nota final

70
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Prós

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Contras

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Eric Arraché
Eric Arrachéhttp://criticalhits.com.br
Eric Arraché Gonçalves é o Fundador e Editor do Critical Hits. Desde pequeno sempre quis trabalhar numa revista sobre videogames. Conforme o tempo foi passando, resolveu atualizar esse sonho para um website e, após vencer alguns medos interiores, finalmente correu atrás do sonho.