A próxima geração GeForce RTX 60 pode trazer ganhos massivos em Ray Tracing, com até 100% de aumento de desempenho, segundo rumores divulgados pelo RedGaming Tech sobre os novos planos da NVIDIA.
De acordo com as informações, a nova linha será baseada na arquitetura “Rubin”, que já estreou em GPUs voltadas para inteligência artificial e agora deve chegar ao segmento gamer. A expectativa é que a empresa mantenha seu ciclo de lançamentos de aproximadamente dois anos, mesmo diante das mudanças recentes no mercado.
RTX 60 com arquitetura Rubin deve focar em Ray Tracing e IA

A arquitetura Rubin deve utilizar processo de fabricação de 3 nm da TSMC, mantendo frequências entre a faixa de 2 GHz e 3 GHz. Apesar disso, os ganhos em desempenho bruto tradicional devem ser mais modestos, ficando entre 30% e 35% em comparação com a geração atual.
O principal salto deve acontecer nas novas tecnologias. A linha RTX 60 deve contar com núcleos Tensor de 6ª geração e núcleos RT de 5ª geração, com foco em melhorar renderização com inteligência artificial e Path Tracing em tempo real.
Um dos objetivos da NVIDIA é viabilizar o uso do DLSS 5 em placas individuais, já que demonstrações iniciais da tecnologia exigiram duas placas de alto desempenho. A nova geração deve permitir que esse recurso funcione até mesmo em modelos intermediários.
Entre os modelos, a RTX 6090 deve manter 32 GB de memória GDDR7 com barramento de 512 bits, enquanto a RTX 6080 pode chegar com 20 GB e aumento significativo de largura de banda. Já a RTX 6070 deve receber 16 GB e melhorias expressivas nesse aspecto.
Apesar das evoluções, os rumores indicam que a NVIDIA deve adotar uma abordagem mais conservadora em alguns pontos, evitando tecnologias mais avançadas de fabricação, como processos abaixo de 2 nm.
No fim, caso essas informações se confirmem, a RTX 60 pode marcar uma mudança de foco clara da NVIDIA, priorizando Ray Tracing e inteligência artificial em vez de ganhos massivos em desempenho bruto. Isso pode impactar diretamente a forma como jogos são desenvolvidos nos próximos anos — mas também levanta a dúvida se os jogadores estão prontos para depender cada vez mais dessas tecnologias.
Fonte: Techpowerup

