Resident Evil Code Veronica não vai seguir a perspectiva em primeira pessoa. A informação foi destacada em um conteúdo relacionado ao jogo, apontando que o clássico da franquia da Capcom não deve adotar o mesmo estilo visual de alguns títulos recentes da série.
(1/31) Alright, let's do a Resident Evil Veronica / Biohazard RE: Veronica (Code Veronica Remake) announcement trailer analysis & info breakdown. I THINK I've dissected thoroughly nearly every detail I could gleam from all currently available media & info.
So here we go. pic.twitter.com/YVQEZkexeU
— AestheticGamer aka Dusk Golem (@AestheticGamer1) June 6, 2026
A observação surge em meio às discussões sobre o futuro da franquia e sobre possíveis caminhos para remakes ou novas versões de jogos antigos. Mesmo sem trazer muitos detalhes adicionais, o ponto central é que Code Veronica não será tratado como um projeto em primeira pessoa, o que afasta a expectativa de uma abordagem semelhante à vista em capítulos mais recentes de Resident Evil.
O jogo original, lançado como um dos capítulos mais lembrados da linha clássica da série, sempre teve importância entre os fãs por expandir a narrativa da família Redfield e por manter o clima de sobrevivência e tensão que marcou a fase inicial da franquia. Por isso, qualquer atualização sobre o formato visual de uma eventual nova versão costuma gerar atenção imediata.
No mesmo material relacionado, também é mencionada a possibilidade de um Resident Evil ambientado no Japão, algo que teria sido declarado por um produtor. Ainda assim, essa é uma informação separada e não altera o ponto principal sobre Code Veronica, que segue fora da perspectiva em primeira pessoa.
Na prática, a decisão reforça que a Capcom ainda trata seus projetos da série de forma distinta, escolhendo a abordagem mais adequada para cada título. E, no caso de Code Veronica, a escolha por não repetir a câmera em primeira pessoa parece coerente com a identidade do jogo e com a expectativa de quem acompanha a franquia há anos, especialmente porque esse capítulo carrega um peso histórico que combina mais com uma apresentação tradicional do que com uma mudança radical de perspectiva.


