PUBG: DED.NET é o novo jogo de tiro em primeira pessoa multiplayer da KRAFTON e da PUBG Studios. O título foi anunciado para PlayStation 5, Xbox Series e PC, via Steam, mas ainda não tem data de lançamento definida.
A proposta combina combates com armas de fogo e elementos de progressão roguelite, fazendo com que cada partida tenha consequências para as próximas. Mesmo quando o jogador é derrotado, a experiência não termina necessariamente ali: os recursos coletados durante a partida podem alterar o personagem e influenciar a forma de lutar em novos confrontos.
O jogo será ambientado em Cascadia, uma região estranha e imprevisível durante os anos 1990. A identidade visual e temática aposta em uma mistura de música grunge, horror corporal e ocultismo, criando um cenário descrito como sombrio e perturbador. A ambientação deve funcionar como parte importante da experiência, em vez de servir apenas como pano de fundo para os tiroteios.
A estrutura de PUBG: DED.NET também pretende transformar a derrota em parte central da progressão. Cada morte pode fornecer novos aprendizados e mudanças para as partidas seguintes, permitindo que os jogadores experimentem estratégias diferentes ao longo do tempo. A ideia é que os confrontos não sejam apenas disputas isoladas, mas capítulos de uma evolução contínua dentro do mundo do jogo.
Embora compartilhe o nome PUBG, DED.NET apresenta uma direção bastante diferente da experiência tradicional associada à franquia. A combinação de multiplayer, tiroteios em primeira pessoa, progressão roguelite e horror pode dar ao projeto uma identidade própria dentro do catálogo da KRAFTON. Por enquanto, porém, ainda faltam detalhes sobre os modos de jogo, o modelo de lançamento e a data em que o público poderá experimentar a proposta.
Com o anúncio para PS5, Xbox Series e PC, o projeto já tem suas plataformas confirmadas, mas o próximo passo mais importante será a divulgação de informações sobre jogabilidade e lançamento. Até lá, o conceito indica uma tentativa clara de levar a série para uma abordagem mais experimental, na qual morrer faz parte do avanço, e não representa simplesmente o fim de uma partida.


