Uma pesquisa recente indica que a maior parte dos jogadores não considera o uso de inteligência artificial generativa um fator decisivo na hora de escolher um jogo. O levantamento, realizado pela Circana, mostra que mais de 50% dos entrevistados adotam uma posição neutra em relação à tecnologia.
Os dados fazem parte do estudo PlayerPulse, que avaliou a reação do público ao uso de IA na criação de elementos como arte, diálogos, trilha sonora e dublagem. Segundo Mat Piscatella, a situação atual revela um contraste claro, com uma minoria mais vocal criticando a prática, enquanto a maioria não demonstra grande preocupação.
Embora o cenário geral seja de neutralidade, uma parcela dos jogadores demonstra rejeição. Cerca de 25% dos entrevistados afirmam que ficariam menos inclinados a comprar um jogo caso soubessem que ele utiliza IA generativa, um número que cresceu em relação aos cerca de 22% registrados anteriormente. Por outro lado, o grupo que se mostra mais interessado nesse tipo de tecnologia é reduzido, ficando abaixo dos 10%.

Na prática, o desempenho comercial de alguns títulos recentes sugere que a presença de IA não tem afastado jogadores. Jogos como ARC Raiders, Clair Obscur: Expedition 33 e Crimson Desert continuam atraindo atenção, mesmo quando associados a discussões sobre o uso da tecnologia.
Se entre jogadores o tema ainda não é determinante, entre desenvolvedores a percepção é diferente. Um relatório da GDC (Game Developers Conference) apontou que mais de 50% dos profissionais consideram a IA generativa uma ameaça para o setor, um aumento significativo em relação ao ano anterior.

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