Os 5 melhores jogos de Warhammer 40.000

Warhammer 40.000 é uma das franquias mais densas e exigentes do entretenimento moderno. Décadas de lore acumulado, facções com mitologias próprias e uma estética grimdark imediatamente reconhecível fazem de qualquer adaptação um desafio de proporções consideráveis. Mesmo assim, ao longo dos anos uma série de desenvolvedores encarou esse desafio com seriedade suficiente para produzir jogos que fazem jus ao universo do 41º milênio.

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1. Warhammer 40.000: Rogue Trader (2023)

Os 5 melhores jogos de Warhammer 40.000

Desenvolvido pela Owlcat Games, estúdio responsável pelos aclamados Pathfinder: Kingmaker e Pathfinder: Wrath of the Righteous, Rogue Trader é provavelmente a adaptação mais fiel ao espírito do universo 40K já feita em formato digital. O jogo é um CRPG isométrico baseado no sistema de RPG de mesa de mesmo nome, onde o jogador cria um Rogue Trader, um dos poucos humanos com liberdade para operar além das fronteiras do Império, e recruta uma tripulação diversa para explorar a Expansão de Koronus.

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Os sistemas de progressão de personagem são construídos sobre uma base d100 extremamente granular, o que pode intimidar quem chega esperando algo tão acessível quanto Baldur’s Gate 3, mas que recompensa quem topar a curva de aprendizado com mais de 100 horas de conteúdo, histórias de companheiros bem desenvolvidas e decisões com consequências que se ramificam ao longo de toda a campanha.

2. Warhammer 40.000: Space Marine 2 (2024)

Os 5 melhores jogos de Warhammer 40.000

Desenvolvido pela Saber Interactive e lançado em setembro de 2024, Space Marine 2 rapidamente se tornou um dos títulos cooperativos mais jogados de seu ano. O jogo coloca você no papel de um Space Marine Primaris enfrentando hordas de Tiranídeos e seguidores do Caos em missões que combinam combate corpo a corpo brutal com tiroteios de terceira pessoa.

O que mantém a base de jogadores ativa mais de um ano após o lançamento é uma combinação de customização profunda, seis classes com árvores de habilidades distintas e um fluxo constante de conteúdo gratuito: em fevereiro de 2026, a Saber lançou a atualização Techmarine, adicionando uma sétima classe jogável com mecânicas completamente novas.

3. Warhammer 40.000: Darktide (2022)

Os 5 melhores jogos de Warhammer 40.000

Darktide, da Fatshark, tem uma história um pouco mais acidentada que a dos outros títulos desta lista. O jogo chegou ao PC em novembro de 2022 com problemas técnicos sérios e um sistema de classes que frustrou parte da base de jogadores do anterior Vermintide 2. Com o tempo, a Fatshark reformulou completamente o sistema de progressão, introduzindo árvores de habilidade por classe que transformaram cada uma das quatro opções disponíveis em algo muito mais personalizado e satisfatório.

Hoje, Darktide é um dos melhores shooters cooperativos, ambientado nas profundezas claustrofóbicas da cidade-colmeia de Tertium durante uma infestação do Caos.

4. Warhammer 40.000: Dawn of War 2 (2009)

Dawn of War 2, da Relic Entertainment, é um dos jogos de estratégia em tempo real mais influentes da última geração. O primeiro Dawn of War já havia sido aclamado por simplificar algumas das mecânicas mais pesadas do gênero, mas a sequência foi mais longe: eliminou quase completamente a construção de base e o gerenciamento de recursos e concentrou toda a experiência num punhado de esquadrões altamente personalizáveis.

Essa mudança para um gameplay mais tático e focado em posicionamento, cobertura e habilidades individuais de unidade serviu de referência direta para o renascimento do XCOM a partir de 2012.

5. Warhammer 40.000: Boltgun (2023)

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Boltgun, desenvolvido pelo estúdio britânico Auroch Digital, é a aposta mais assumidamente nichada desta lista. Trata-se de um boomer shooter, ou seja, um FPS projetado para replicar a sensação dos shooters dos anos 1990, com sprites 2D para inimigos, cenários pixelados e movimentação veloz sem qualquer cobertura ou sistema de regeneração de vida.

O que o torna especial é o quanto a estética retrô se encaixa na lore do 40K: a violência exagerada, o arsenal absurdo e o fanatismo religioso dos Space Marines ficam ainda mais divertidos quando processados pelo filtro visual de um jogo de 1993.

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João Victor Albuquerque
João Victor Albuquerque
Apaixonado por joguinhos, filmes, animes e séries, mas sempre atrasado com todos eles. Escrevo principalmente sobre animes e tenho a tendência de tentar encaixar Hunter x Hunter ou One Piece em qualquer conversa.