A Halo Studios, estúdio responsável pela franquia Halo e antigamente conhecida como 343 Industries, começou a demitir funcionários cerca de uma semana depois do lançamento de Halo: Campaign Evolved, remake do primeiro jogo da série lançado em 28 de julho. Até o momento, nem a Microsoft nem o estúdio confirmaram oficialmente os cortes, mas as informações vieram a público por meio de publicações feitas pelos próprios profissionais afetados no LinkedIn (via Insider Gaming).
Entre os desligados está Nick Treitman, produtor que passou seis anos e meio na empresa, atuando em equipes de arte, redes, localização e narrativa, além de ter sido responsável pelo pilar social do multiplayer de Halo Infinite. “Depois de seis anos e meio trabalhando em Halo e escapando de tantas rodadas de demissões, ela finalmente me alcançou”, escreveu ele, acrescentando que segue aberto a novas oportunidades como produtor ou gerente de projetos.

Paul Morris, que atuava como scrum master na condição de contratado e já havia trabalhado como testador em títulos como Halo 2, Halo 3, Halo 3: ODST, Halo Wars e Halo: Reach, também anunciou o fim do seu vínculo com o estúdio. Caleb Lawrence, engenheiro de software que participou do desenvolvimento de Halo Infinite e Campaign Evolved, igualmente atualizou seu perfil para indicar que está disponível no mercado de trabalho.
O relatório da consultoria Alinea Analytics referente ao mês de julho mostrou que Campaign Evolved vendeu cerca de 900 mil cópias no Xbox Series e Windows, 425 mil no PlayStation 5 e 212 mil no Steam, números considerados abaixo do esperado para um lançamento desse porte. As críticas ao jogo também foram mistas em praticamente todas as plataformas.

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