GTA 6 provavelmente não contará com uma versão totalmente reconstruída do motor proprietário da Rockstar, o Rage Engine, mas sim com uma expansão significativa do que foi utilizado em Red Dead Redemption 2 e GTA 5, segundo fonte anônima com conhecimento da Rockstar citada pelo Kotaku.
A informação contrasta com a teoria levantada por Rob Carr, ex-designer de áudio da Rockstar que trabalhou em GTA 5 e Red Dead Redemption 2. Em entrevista recente ao canal Kiwi Talkz, Carr afirmou que, dado o tempo de desenvolvimento de GTA 6, os desenvolvedores “provavelmente reconstruíram completamente o Rage Engine”, acrescentando que ficaria surpreso se não tivessem feito isso diante dos avanços na arquitetura de tecnologia desde GTA 5. O próprio Carr, no entanto, deixou claro que se tratava de uma teoria pessoal, já que saiu da Rockstar no início de 2016.
O rumor sobre o sistema de save e outras especulações

O Kotaku também aproveitou para desmentir um rumor que circulou recentemente via newsletter Popbitch, supostamente originado em um pub em Dundee, na Escócia, alegando que a função de salvar e carregar o jogo estaria quebrada em versões iniciais de GTA 6, com o único responsável pelo recurso tendo sido demitido pela Rockstar. O repórter Zack Zwiezen confirmou que, segundo seu entendimento, a função básica de save está intacta e funcionando normalmente, o que era a conclusão esperada para qualquer pessoa disposta a considerar o histórico de qualidade da Rockstar.
Carr também especulou que GTA 6 deve incorporar elementos de Red Dead Redemption 2 da mesma forma que GTA 5 pegou emprestado o sistema Dead Eye de Red Dead para a habilidade especial de Michael. Se o relato do Kotaku estiver correto, essa herança pode se estender além das mecânicas de jogo e alcançar a própria tecnologia do motor gráfico.
Com lançamento marcado para 19 de novembro e a Rockstar mantendo silêncio no front de marketing até o verão americano, o volume de especulações em torno de GTA 6 só tende a crescer nos próximos meses.
Fonte: Gamesradar+

