A gamescom latam 2026 detalhou parte de sua programação ao anunciar os jogos selecionados para iniciativas voltadas ao cenário independente e, ao mesmo tempo, apresentou uma nova estratégia para ampliar a experiência do público. O evento, que acontece entre 30 de abril e 3 de maio em São Paulo, aposta tanto na visibilidade dos indies quanto em um modelo de engajamento contínuo com os visitantes.
Espaço para indies
Entre os destaques está o BIG Starter, iniciativa focada em produções brasileiras. Ao todo, 12 jogos foram escolhidos e poderão ser testados presencialmente durante o evento. Além da exposição ao público, os estúdios terão a chance de apresentar seus projetos para imprensa e possíveis parceiros da indústria, o que reforça o caráter de vitrine para novos talentos.
A curadoria reuniu títulos de perfis variados, incluindo projetos acadêmicos e produções já publicadas, refletindo a diversidade do desenvolvimento nacional.

A lista do BIG Starter é composta por:
- Adventure of Samsara (Atari)
- AFANTASIA (Universidade Federal Fluminense UFF)
- ARTIUS: Pure Imagination (IndieArk)
- Climb Out of Hell
- Dreamcards (Nuntius Games)
- Fourleaf Fields (HypeTrain Digital)
- Lia Hacking Destiny (Gogo Games)
- Lyara
- Magical Blush (DANGEN Entertainment)
- Quacolé Tennis (Nuntius Games)
- Save the Bloogs (Board)
- Shadow Sacrament: The Roots of Evil (DANGEN Entertainment)
Mostra internacional
Já o BIG Highlight amplia esse alcance ao trazer uma seleção global. A mostra reúne 16 jogos de 13 países diferentes e será realizada de forma online, com testes disponíveis ao público por meio da Steam.
A presença de produções latino-americanas ao lado de títulos de regiões como Europa e Ásia indica um esforço em equilibrar visibilidade regional e internacional, mantendo o evento conectado ao cenário global de jogos independentes.

A lista do BIG Highlight é composta por:
- Dimraeth – EUA
- Diplomacy is Not an Option – Armênia
- Dreamhealer – Chile
- Echo Weaver (Akupara Games) – EUA
- Glasshouse – Itália
- GNAW – EUA
- Guaishou 怪兽 – Bélgica
- MiSide (IndieArk) – Rússia
- Montabi (Akupara Games) – Indonésia
- MUTTER – Chile
- Neon Inferno (Retroware) – EUA
- Rain98 – Japão
- Super Hack Attack! – México
- Tavern Talk Stories: Dreamwalker – Alemanha
- The Doll Shop – França
- Toy Smash Kaboom! (XD International) – China
Números do festival
O volume de inscrições ajuda a dimensionar o interesse no evento. Foram 966 jogos enviados de 75 países, com 81 selecionados para a mostra competitiva oficial. Dentro desse grupo, 28 finalistas são da América Latina, incluindo 15 brasileiros.
Os dados reforçam o papel do BIG Festival dentro da gamescom latam como uma das principais portas de entrada para desenvolvedores independentes.

Loja oficial
Além dos anúncios voltados aos jogos, a organização revelou a criação de uma loja online integrada ao evento. A plataforma será exclusiva para quem adquirir ingressos e oferecerá produtos digitais, créditos, assinaturas e descontos cumulativos ao longo do ano.
Segundo o CEO Gustavo Steinberg, a proposta é estender a experiência para além dos dias de evento, criando um relacionamento contínuo com o público. Na prática, a iniciativa transforma a gamescom latam em algo mais próximo de um serviço permanente do que apenas uma feira anual.
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