Forza Horizon 6, disponível em acesso antecipado e com lançamento global marcado para 19 de maio, está entre os jogos mais elogiados de 2026, recebendo notas altas da crítica internacional. Um dos aspectos que chama atenção é a influência das tradições japonesas no design do jogo, algo semelhante ao ocorrido com Assassin’s Creed: Shadows no ano passado.

Em 2025, Assassin’s Creed: Shadows enfrentou controvérsia ao permitir que jogadores destruíssem santuários e locais de importância cultural no Japão. O caso chegou a ser discutido no parlamento japonês e levou a Ubisoft a alterar o jogo, bloqueando a possibilidade de danos a esses locais. A atriz que dublou a protagonista também declarou que tal comportamento nunca deveria ter sido permitido.
Agora, Forza Horizon 6 adotou uma abordagem que evita conflitos semelhantes. Segundo Torben Ellert, diretor de design do jogo, os jogadores podem destruir quase todas as árvores no mundo aberto para garantir diversão e exploração, exceto as cerejeiras, que são um símbolo icônico da cultura japonesa. Além disso, templos e outros elementos culturais são protegidos para impedir que sejam destruídos por veículos durante as corridas.
Ellert ressaltou que o mapa do Japão em Forza Horizon 6 é uma versão fictícia e simplificada do país, adaptada para a jogabilidade, mas preserva as influências culturais reais. Essa decisão demonstra um cuidado especial na representação cultural dentro do game.
Essa postura é importante para a indústria, pois mostra que grandes produções internacionais estão cada vez mais sensibilizadas diante de questões culturais locais. Para os fãs, essa preservação contribui para um ambiente mais imersivo e respeitoso, evitando controvérsias que afetam a experiência de jogo.
Fonte: Dexerto


