A CAPCOM revelou novos detalhes sobre a expansão Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen durante o evento CAPCOM Spotlight, realizado ontem. O diretor do jogo, Keto Kinoshita, explicou que o objetivo principal do estúdio foi tornar a jogabilidade mais prazerosa, adicionar novas experiências e facilitar o acesso para novos jogadores.
O conteúdo da história se passa na nova região de Norgan, descrita como uma terra de ruína e mistério localizada em uma região remota. O enredo central envolve um dragão caído, representado na arte principal com um peito oco onde deveria estar seu coração, e que mesmo morto exibe um poder indomável. Kinoshita também apresentou Eir, uma mulher misteriosa que persegue o dragão em Norgan, levantando questões sobre suas motivações e a verdadeira natureza da criatura.

Uma das novidades da expansão é o sistema de Relics, itens obtidos ao derrotar monstros e explorar o novo território. Ao serem levados para a base e avaliados, esses Relics podem ser transformados em armas e armaduras poderosas, que não se resumem a ter atributos numéricos superiores, mas também apresentam efeitos especiais ou habilidades únicas.
Segundo Kinoshita, o ciclo de gameplay central será baseado na coleta desses Relics, equipar o personagem e voltar à exploração para enfrentar desafios cada vez maiores, oferecendo uma experiência repetível. Para acompanhar esse sistema, a expansão incluirá 12 dungeons inéditas com desafios únicos.
A expansão também atenderá diversas reclamações dos jogadores relativas ao jogo base. Após a primeira atualização gratuita liberada no início de junho, um novo patch programado para o final de agosto trará novas slots para salvar progresso, alterações na condição Dragonsplague e aumento das vagas para habilidades de armas, passando de quatro para seis.
Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen será lançado em 9 de outubro para PC, PlayStation 5, Xbox Series S e X, e Nintendo Switch 2. A primeira oportunidade pública para experimentar a expansão será na Gamescom 2026, que ocorrerá em Colônia, Alemanha.

