Criador de Ori volta a atacar o design de Zelda: Ocarina of Time

Thomas Mahler, criador de Ori, voltou a criticar o design de Zelda: Ocarina of Time e chamou de “merda” o overworld do clássico da Nintendo. A discussão também envolve jornalistas e jogadores que elogiaram o jogo, além das escolhas de design feitas para a versão do título no Nintendo Switch 2.

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Mahler já havia questionado a Nintendo por não ter aprimorado determinados aspectos do jogo no remake. Também criticou jornalistas que, em sua avaliação, não entendem de design e, por isso, elogiaram Ocarina of Time. As declarações provocaram reações de jogadores, incluindo comparações com Shadow of the Colossus, cujo mundo também foi descrito por alguns como vazio.

Em novas mensagens, Mahler rejeitou essa comparação e disse que os jogos têm propostas diferentes. Ao responder a um comentário que sugeria transformar o hub central de Ocarina of Time em uma área com distritos e mecânicas próprias, ele defendeu a ideia de aprofundar cada região com atividades de jogo.

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Na mesma discussão, o desenvolvedor ironizou quem considera o design de 1998 uma referência incontestável. Mahler argumentou que a própria Nintendo não voltaria a criar um overworld como aquele em um novo jogo principal da série. A crítica, portanto, não ficou restrita à estrutura do cenário: também mirou quem aprecia essa abordagem e os jornalistas que celebraram o clássico.

O episódio amplia a discussão sobre como avaliar jogos antigos: para Mahler, as limitações e decisões de design de Ocarina of Time não deveriam ser tratadas como ideais apenas por causa de sua importância histórica. O tom agressivo, porém, acabou colocando parte do debate em torno dos insultos, e não apenas das diferenças entre as propostas de design.

Giácomo
Giácomo
Apaixonado por Counter-Strike e Souls-Like, escrevo sobre games e animes no Critical Hits. No meu tempo livre, gosto de assistir séries e jogar basquete.