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Call of Duty: Vanguard – Review

Entra ano e sai ano e Call of Duty é uma daquelas certezas que nós sempre temos, e o deste ano, Call of Duty: Vanguard, nos promete voltarmos à Segunda Guerra Mundial. Mas será que o jogo vale a pena?

Em Call of Duty: Vanguard, você encontra os três modos agora já clássicos da franquia, o modo campanha, o modo multiplayer e o modo zombies. Na nossa análise, vamos falar sobre cada um deles separadamente.

Um detalhe que chama a atenção no menu principal de Call of Duty: Vanguard, é que o jogo dá a entender que é possível jogar os capítulos anteriores da franquia, Modern Warfare, Black Ops Cold War e Warzone, mas caso você tente fazer isso e não tem os jogos instalados, ele vai avisar que você precisa instalá-los antes, e caso você não tenha comprado eles, ele te manda direto pras páginas dos jogos nas respectivas stores.

Na campanha do jogo, você assume o controle de um grupo heterogêneo de soldados que estão infiltrados dentro do coração da Alemanha Nazista atrás do Phoenix, um projeto ultra secreto alemão que tem poder para virar o jogo para os nazistas e ameaçar o mundo todo.

A campanha é contada por meio dos seus personagens, inicialmente no presente e depois em forma de flashbacks, onde você aprende mais sobre porque cada um deles está naquele esquadrão e o que cada um deles passou até chegar aquele momento.

De um modo geral, o ritmo da campanha é bom, apesar de haver alguns momentos confusos, principalmente no começo da missão de Arthur Kingsley, onde ou você sai correndo sem pensar duas vezes, ou você morre (nem pense em usar o stealth).

Outra coisa que eu acabei não gostando muito na campanha são os cachorros. Durante os tiroteios, os nazistas soltam cachorros para te matar. Os animais são completamente ignorados pelos seus aliados, e cabe a você estar de ouvidos abertos para saber quando eles estão em campo, pois eles vão direto em você e caso eles te toquem, você morre na hora.

O grande destaque da campanha, entretanto, vai para a personagem Polina Petrova. A russa de aço é um personagem muito legal, e os cenários dela dentro da campanha são de longe os melhores.

O modo multiplayer do jogo é mais ou menos mais do mesmo, ou seja, se você gosta de jogar os multiplayer dos Call of Duty anteriores, você provavelmente vai se sentir em casa aqui. A progressão do jogo felizmente não é algo que quebre completamente o tiroteio em favor de quem já tem bem mais horas do que você, já que dá para se virar com as classes básicas, e os operadores oferecem uma variação legal dentro dos modos de combate.

O modo Zombies mais uma vez é um dos modoss mais interessantes do jogo. Nele, você foi transportado para um universo alternativo e demoníaco, e agora deve atirar em tudo o que ousar aparecer na sua tela para fugir dele. Fãs de Doom certamente vão se sentir em casa.

Graficamente, Call of Duty: Vanguard é um belíssimo jogo. Tanto durante as cutscenes quanto enquanto o tiroteio está comendo, os gráficos são realmente muito bonitos. A campanha realmente mostra como uma nova geração de consoles consegue fazer uma apresentação bonita, com os momentos de chuva, os combates aéreos e assim por diante.

A trilha sonora do jogo ajuda a criar o clima épico da guerra e dos momentos tensos dela, e a dublagem merece destaque, pois ela está muito boa, tanto em inglês, quanto em português.

Mas e aí, Call of Duty: Vanguard vale a pena?

Call of Duty: Vanguard volta à Segunda Guerra Mundial neste ano apresentando uma campanha imaginária no melhor estilo “Bastardos Inglórios” e uma série de modos multiplayer com a precisão técnica de sempre, além das adições incrementais e contextualização histórica do combate que certamente vai agradar os veteranos da franquia. Mas como todo jogo que muda pouco, se você não era um fã da franquia, este provavelmente não vai ser o jogo que vai te dobrar.

A apresentação do jogo, com gráficos excelentes e dublagem impecável (tanto em inglês quanto em português) adicionam ao realismo da franquia, e você certamente vai se importar com os personagens apresentados na campanha. Mais um forte título de uma das maiores franquias do mundo dos games.

Review elaborado com uma cópia do jogo para PlayStation 5 fornecida pela Activision do Brasil.

Resumo para os preguiçosos

Call of Duty: Vanguard volta à Segunda Guerra Mundial neste ano apresentando uma campanha imaginária no melhor estilo “Bastardos Inglórios” e uma série de modos multiplayer com a precisão técnica de sempre, além das adições incrementais e contextualização histórica do combate que certamente vai agradar os veteranos da franquia. Mas como todo jogo que muda pouco, se você não era um fã da franquia, este provavelmente não vai ser o jogo que vai te dobrar.

A apresentação do jogo, com gráficos excelentes e dublagem impecável (tanto em inglês quanto em português) adicionam ao realismo da franquia, e você certamente vai se importar com os personagens apresentados na campanha. Mais um forte título de uma das maiores franquias do mundo dos games.

Nota final

85
Saiba mais sobre os nossos métodos de avaliação lendo o nosso Guia de Reviews.

Prós

  • Belíssimos gráficos e apresentação
  • Personagens carismáticos na campanha
  • Boa dublagem
  • Multiplayer divertido

Contras

  • Alguns momentos da campanha são completamente injustos, como os cachorros te matarem assim que encostam em você
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