Assassin’s Creed Black Flag Resynced vai aproveitar a mesma engine de Assassin’s Creed Shadows, com o motor Anvil servindo de alicerce para o remake. A informação foi confirmada por Richard Knight, diretor do jogo, durante um AMA no Reddit com a equipe de desenvolvimento.

Na prática, isso significa que o projeto não deve se limitar a uma simples repaginação visual. Segundo Knight, o uso do Anvil abre espaço para recursos como ray tracing, RTGI, som aprimorado, clima dinâmico, objetos destrutíveis e outras melhorias técnicas que devem dar uma cara bem mais moderna ao clássico de 2013.
Entre os elementos que mais chamam atenção está a água, um ponto central em Black Flag. De acordo com o diretor, a equipe responsável pela parte aquática dentro do Anvil teve papel importante no desenvolvimento do remake para garantir a melhor experiência naval possível. A escolha faz sentido, já que boa parte da campanha original se passa no mar, entre batalhas navais, travessias e exploração do Caribe.
O remake também deve herdar outras mudanças de design inspiradas nos jogos mais recentes da franquia. Os desenvolvedores já haviam adiantado que o parkour de Black Flag Resynced receberá melhorias vistas em títulos posteriores da série. Ao mesmo tempo, a Ubisoft deixou claro que o combate não seguirá a estrutura de RPG com níveis e verificação de atributos de equipamento, como acontece em jogos como Shadows e Valhalla.
Com lançamento marcado para 9 de julho, Assassin’s Creed Black Flag Resynced chega cercado de expectativas justamente por equilibrar modernização técnica com uma abordagem mais fiel ao estilo de ação do original. Se a proposta entregar o peso visual prometido e preservar a identidade do jogo de 2013, o remake pode se tornar uma das releituras mais interessantes da Ubisoft nos últimos anos.

