A 2ª temporada da série live-action de One Piece terá como grande antagonista a Baroque Works, marcando uma mudança clara no tipo de ameaça enfrentada por Luffy e os Chapéus de Palha. Diferente dos vilões isolados da primeira fase, a organização surge como uma engrenagem criminosa bem estruturada, que atua nas sombras e conecta diversos conflitos ao longo da jornada pela Grand Line.
A série da Netflix já havia deixado pistas sobre o grupo no primeiro ano, antecipando um arco que, no mangá e no anime, só ganha destaque mais adiante. Agora, com a nova temporada, a adaptação aposta em uma narrativa mais contínua, em que cada confronto ajuda a revelar aos poucos a real dimensão do perigo representado pela Baroque Works.
O que é a Baroque Works

A Baroque Works é um sindicato do crime criado para operar como uma falsa rede de mercenários, caçadores de recompensa e assassinos. À primeira vista, seus integrantes acreditam trabalhar por dinheiro e missões isoladas, sem saber exatamente quem está no comando ou qual é o objetivo final da organização.
Por trás dessa fachada está um plano político ambicioso, centrado no Reino de Alabasta. A ideia é desestabilizar o país, provocar uma guerra civil e assumir o controle da região, tudo de forma indireta. Essa estratégia torna a Baroque Works mais perigosa do que grupos que apostam apenas na força bruta, já que sua principal arma é a manipulação.
Crocodile

Crocodile, conhecido dentro da organização como Mr. 0, é o verdadeiro líder da Baroque Works. Shichibukai e usuário de uma poderosa Akuma no Mi, ele comanda toda a operação à distância, mantendo sua identidade em segredo para quase todos os subordinados.
Ao seu lado está Miss All-Sunday, codinome de Nico Robin, que atua como vice-líder e peça-chave na execução dos planos. Essa dupla representa o topo da hierarquia e simboliza o nível de sofisticação do grupo, que combina força, inteligência e estratégia em larga escala.
Estrutura, códigos e hierarquia

A Baroque Works funciona com regras rígidas para garantir o sigilo. Os homens recebem números como codinome, indo do Mr. 1 em diante, enquanto as mulheres usam nomes ligados a dias da semana ou feriados, como Miss Wednesday e Miss Goldenweek. Cada dupla é formada por um agente masculino e um feminino, criando equipes operacionais espalhadas pela Grand Line.
A organização conta com cerca de dois mil membros, divididos em níveis bem definidos. No topo estão os agentes oficiais, responsáveis pelas missões mais importantes e geralmente usuários de Akuma no Mi. Abaixo deles vêm os agentes de fronteira e, na base, centenas de subordinados descartáveis, usados para tarefas menores ou como massa de manobra.
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