O escritor Tom King, autor da HQ Supergirl: A Mulher do Amanhã, comentou pela primeira vez o fraco desempenho comercial do filme Supergirl nos cinemas, em entrevista ao The Wrap.
King evitou criticar diretamente as mudanças feitas na adaptação e preferiu falar sobre a trajetória da própria história em quadrinhos. “Essa história começou muito pequena, com pouquíssimas pessoas acreditando nela, e mesmo quando foi lançada não vendeu de cara. Foram os próprios fãs nas lojas de quadrinhos que espalharam a notícia, venderam exemplares pessoalmente e postaram sobre ela, até que esse apoio crescente chamou atenção. Hoje é uma das HQs mais vendidas da história”, disse o escritor. Ele também comentou a emoção de ver a trama na tela grande, citando a alegria de ver Milly Alcock incorporar o lado rebelde de Kara Zor-El.

Supergirl arrecadou US$ 125,8 milhões ao redor do mundo, contra um orçamento de produção estimado de US$ 170 milhões, o que coloca o filme entre as piores bilheterias da DC no cinema em cerca de 20 anos. A recepção da crítica também ficou dividida, com 52% de aprovação no Rotten Tomatoes, ante uma nota mais generosa de 73% entre o público.
Apesar do tropeço nas bilheterias, Kara Zor-El segue com futuro garantido no DCU. Milly Alcock retorna ao papel em Homem do Amanhã, sequência de Superman com estreia prevista para julho de 2027, e a expectativa é de que a heroína continue presente nos próximos capítulos da franquia.

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