O Cavaleiro dos Sete Reinos se passa cerca de 90 anos antes dos eventos de Game of Thrones e apresenta uma Westeros bem diferente daquela marcada por dragões sobrevoando cidades e campos de batalha. Apesar dos Targaryen ainda ocuparem o Trono de Ferro, o maior símbolo de seu poder já não existe mais quando a história de Dunk e Egg começa.
A série aposta em uma narrativa mais contida e pessoal, acompanhando a jornada de um cavaleiro andante e seu jovem escudeiro. Essa escolha não é apenas criativa, mas também histórica dentro do universo criado por George R.R. Martin, refletindo um período em que o mundo já havia mudado profundamente.
A extinção dos dragões após a Dança dos Dragões

Ambientada depois da Dança dos Dragões, a série se apoia nas consequências diretas da guerra civil retratada em A Casa do Dragão, conflito que devastou a dinastia Targaryen e praticamente extinguiu os dragões. A luta interna reduziu drasticamente a população dessas criaturas, levando à morte da maioria delas em poucos anos.
Os poucos dragões que sobreviveram à guerra nasceram fracos e doentes, incapazes de prosperar. Com o tempo, nem mesmo os ovos restantes conseguiram eclodir, selando o fim definitivo dos dragões em Westeros décadas antes do início da nova série.
O fim da magia e o último dragão

A ausência dessas criaturas também simboliza um período de declínio da magia no continente. O último dragão morreu cerca de 50 anos antes dos eventos acompanhados por Dunk, já pequeno e deformado, muito distante da imponência vista em gerações anteriores.
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