Stranger Things optou por um desfecho menos trágico do que muitos fãs esperavam, mesmo diante das altas apostas do confronto final contra Vecna. Antes da exibição do último episódio, havia grande especulação sobre possíveis mortes entre os personagens principais, algo que acabou não se concretizando de forma significativa.
A decisão gerou bastante debate entre os fãs, principalmente pela comparação com outras séries conhecidas por finais mais brutais. No entanto, os criadores da série deixaram claro que o caminho escolhido foi intencional e alinhado com a essência da história contada desde o início.
A visão dos criadores sobre o final

Matt e Ross Duffer explicaram essa escolha durante uma participação no podcast Happy Sad Confused, apresentado por Josh Horowitz. Segundo Matt Duffer, a equipe de roteiristas analisou todas as possibilidades narrativas, incluindo mortes importantes, mas concluiu que esse não era o foco da série. Para ele, Stranger Things sempre foi uma história de aventura e amadurecimento, não um drama centrado em perdas constantes.
Ross Duffer reforçou que cada possível morte foi avaliada dentro do impacto que teria na narrativa e nos temas da série. Ao passar essas hipóteses pelo arco completo da história, os criadores perceberam que eliminar personagens centrais enfraquecia a estrutura construída desde a primeira temporada, desviando o sentido da jornada dos protagonistas.

Fidelidade ao tom da série
Os irmãos Duffer também citaram que se inspiraram em finais de séries que funcionaram justamente por respeitar sua identidade. A ideia foi permanecer fiel ao espírito de Stranger Things, uma obra que mistura terror, amizade e crescimento pessoal, com forte influência de histórias de aventura juvenil.
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