A chegada de Pânico 7 aos cinemas marca um momento simbólico para a franquia iniciada em 1996, mas não exatamente pelos melhores motivos. As primeiras avaliações da crítica especializada colocaram o novo capítulo como o pior avaliado da série em 30 anos.
No Rotten Tomatoes, o longa dirigido por Kevin Williamson estreou com 43% de aprovação, com base em 47 análises publicadas até o momento. O índice ainda pode oscilar conforme novas críticas forem adicionadas, mas já é suficiente para estabelecer um recorde negativo dentro da saga.
Comparação com os filmes anteriores

O desempenho supera negativamente o antigo detentor da pior marca, Pânico 3, que registra 45% de aprovação. Até então, esse terceiro capítulo era considerado o ponto mais baixo da recepção crítica da franquia.
Na outra ponta da tabela está Pânico 2, que segue como o mais elogiado, com 83%. O filme original de 1996 mantém 78%, enquanto Pânico 4 aparece com 61%. Já a fase mais recente da série vinha em trajetória positiva, com Pânico alcançando 76% e Pânico VI chegando a 77%.
O contraste chama atenção porque os três lançamentos mais recentes haviam conseguido recuperar parte do prestígio crítico da marca, algo que agora sofre uma interrupção brusca com o sétimo longa.
Críticas divididas e pontos levantados

Entre as análises favoráveis, há elogios às cenas de assassinato e às atuações do elenco. Alguns críticos destacam o retorno ao espírito dos primeiros filmes, ressaltando a violência gráfica e o clima de perseguição promovido pelo Ghostface.
Por outro lado, as avaliações negativas apontam problemas no desenvolvimento dos personagens, uso excessivo de clichês do terror e uma narrativa considerada irregular. Questões relacionadas ao ritmo e à exploração temática também foram mencionadas como fragilidades.
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