O Enclave surge como a grande ameaça em ascensão na 2ª temporada de Fallout, assumindo de vez o papel de força sombria que vinha sendo apenas insinuada desde o primeiro ano da série do Prime Video. A organização, já conhecida dos fãs dos jogos, começa a ganhar contornos mais claros no sexto episódio da nova temporada, quando diferentes núcleos da trama passam a apontar para um mesmo inimigo oculto.
A presença do grupo ainda não se dá de forma direta em cena, mas sua influência se torna cada vez mais evidente. Diálogos, flashbacks e revelações estratégicas indicam que o Enclave atua nos bastidores do mundo pós-apocalíptico, manipulando decisões cruciais e interferindo diretamente no destino das principais figuras da história. A série, aos poucos, transforma a facção no elo que conecta eventos do passado à iminente guerra anunciada no presente.
A origem do Enclave no universo de Fallout

Dentro do universo de Fallout, o Enclave é apresentado como uma espécie de “estado profundo” dos Estados Unidos, formado ainda antes da guerra nuclear. Políticos, altos militares, cientistas e magnatas se uniram secretamente para preservar o que consideravam os verdadeiros valores americanos, mesmo que isso significasse abandonar o restante da população à própria sorte.
Com o lançamento das bombas, a elite que integrava o Enclave se refugiou em instalações subterrâneas altamente protegidas, levando consigo tecnologia, armamentos e recursos suficientes para sobreviver por décadas. Enquanto o mundo da superfície mergulhava no caos, a organização manteve sua estrutura intacta, planejando o retorno para retomar o controle do território devastado.
Com o passar do tempo, o ideal inicial de reconstrução deu lugar a uma ideologia extremista. O Enclave passou a enxergar todos os sobreviventes expostos à radiação como impuros, incluindo humanos comuns, ghouls e super mutantes. A partir daí, a facção assumiu um caráter abertamente fascista e genocida, disposta a exterminar qualquer forma de vida que não se encaixasse em seu conceito de humanidade “pura”.
O Enclave e sua importância na 2ª temporada da série

A relevância do Enclave na 2ª temporada se consolida a partir de revelações envolvendo o passado de personagens centrais da trama. Um dos momentos mais importantes acontece em um flashback pré-guerra, quando o cientista Siggi Wilzig pressiona Barbara Howard a defender a ideia do apocalipse nuclear durante uma reunião entre grandes corporações. A cena sugere que a destruição do mundo não foi um acidente inevitável, mas resultado de coerção e manipulação.
Essa informação reforça a teoria de que o Enclave esteve por trás das decisões que levaram à queda da civilização. A conversa também muda a percepção sobre a Vault-Tec, indicando que a empresa não agiu sozinha e que forças maiores conduziam o jogo nos bastidores.
Outro ponto crucial surge no encontro entre o Ghoul e o super mutante interpretado por Ron Perlman. Ao salvar o personagem de Walton Goggins, o mutante fala abertamente sobre uma guerra iminente contra o Enclave, deixando claro que ghouls e mutantes são alvos diretos da facção. A fala estabelece o grupo como inimigo comum de diferentes raças e facções do Ermo, ampliando o escopo do conflito que está por vir.
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