O episódio final da primeira temporada de O Cavaleiro dos Sete Reinos deixou uma pergunta ecoando entre os fãs: Sor Duncan, o Alto, foi realmente armado cavaleiro por Sor Arlan de Centarbor? A dúvida acompanha a história desde os primeiros minutos da série e ganhou novo peso no desfecho do primeiro ano.
Desde sua apresentação, Duncan se identifica como um cavaleiro andante, sucessor do homem que o criou e treinou. No entanto, a narrativa sempre evitou confirmar de forma categórica se houve, de fato, a tradicional cerimônia de nomeação. A ausência de testemunhas e de um momento explícito na tela transforma a questão em um dos maiores mistérios da adaptação.
A escolha pela ambiguidade

No episódio final, um flashback revisita os últimos momentos de Sor Arlan. Já um debilitado e apoiado em uma árvore, ele ouve Dunk questioná-lo diretamente sobre o motivo de nunca tê-lo armado cavaleiro. A pergunta é carregada de frustração e insegurança, mas a resposta nunca vem de forma clara.
A sequência termina sem mostrar qualquer ritual formal. Essa escolha narrativa não foi acidental. Em entrevista ao Collider, o showrunner Ira Parker explicou que a ambiguidade foi um pedido direto de George R. R. Martin. Segundo Parker, a intenção sempre foi manter a incerteza, permitindo que o público tirasse suas próprias conclusões.

No podcast oficial da HBO dedicado à série, Parker reforçou essa ideia ao afirmar que é possível imaginar que Arlan tenha pedido sua espada e realizado a cerimônia logo após o momento mostrado, talvez pouco antes de morrer. Ao mesmo tempo, também é possível que isso jamais tenha acontecido. A produção optou por não oferecer uma confirmação definitiva.
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