O quinto episódio de O Cavaleiro dos Sete Reinos colocou o Julgamento de Sete no centro da narrativa e entregou uma das sequências de combate mais intensas já vistas no universo de Game of Thrones. A produção, que adapta os contos de Dunk e Egg escritos por George R. R. Martin, acompanha a jornada de Ser Duncan, o Alto, e seu jovem escudeiro Egg, décadas antes dos eventos da série original.
A luta entre Dunk e o príncipe Aerion Targaryen marca o ponto alto do episódio. O confronto não se apoia apenas na grandiosidade do momento, mas em uma construção física e emocional que aproxima o espectador da exaustão dos personagens. A batalha rapidamente abandona qualquer idealização cavaleiresca e mergulha na lama, com golpes pesados e desordenados.
Homenagem à Batalha dos Bastardos

Agora, em entrevista ao TheWrap, Peter Claffey, interprete de Dunk, afirmou que o embate foi pensado como um tributo à Batalha dos Bastardos, um dos mais aclamados momentos de Game of Thrones que colocou frente a frente Jon Snow e Ramsay Bolton. A referência não está na escala do conflito, mas na brutalidade crua dos golpes e na sensação de sobrevivência a qualquer custo.
Na mesma entrevista, o showrunner Ira Parker explicou que a intenção era fazer o público sentir o peso da armadura e o medo do confronto sob a perspectiva exclusiva de Dunk. Apesar da vantagem de tamanho, o cavaleiro não domina a cena desde o início. Logo nos primeiros momentos, ele é derrubado do cavalo e ferido, sinalizando que o embate não seguiria um caminho previsível.

A queda nos leva para um flashback do passado de Dunk. Criado na Baixada das Pulgas, ele aprendeu a lutar antes como sobrevivente do que como cavaleiro. Claffey destaca que esse contraste é fundamental, pois o que define o personagem não é técnica refinada, mas a resistência diante de um príncipe mais bem treinado e melhor equipado.
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