O quinto episódio de O Cavaleiro dos Sete Reinos levou às telas um dos momentos mais impactantes da do universo de “As Crônicas de Gelo e Fogo”: a morte de Baelor Baelor Targaryen. A sequência mostra o Julgamento de Sete, que culmina na vitória de Sor Duncan, mas com consequências profundas para o futuro de Westeros.
Baelor, herdeiro direto do Trono de Ferro, participa do confronto por acreditar na inocência e honra de Dunk. Embora sobreviva à batalha em um primeiro momento, ele sofre um golpe fatal na parte de trás da cabeça, desferido acidentalmente pelo seu irmão mais novo, Maekar Targaryen.

Muito antes da adaptação televisiva, George R. R. Martin já havia destacado a importância desse acontecimento dentro da cronologia do continente.
Martin aponta evento como divisor de águas

Em 2022, durante uma sessão de perguntas e respostas promovida pela editora Penguin Random House, Martin foi questionado sobre qual “pequeno momento” teria mudado o rumo da história de Westeros. A resposta foi direta: a morte de Baelor, ocorrida na primeira história de Dunk e Egg.
O autor afirmou que o príncipe teria sido um rei forte e competente. Ao levantar a hipótese de como o continente seria diferente caso Baelor tivesse sobrevivido, Martin reforçou que aquela perda aparentemente pontual alterou toda a linha de sucessão Targaryen.

Nos livros, após a morte de Baelor, seu filho Valarr assume a posição de herdeiro, mas acaba sucumbindo à chamada Grande Praga da Primavera. Com isso, o trono passa para Aerys I, depois para Maekar I e por filme para Egg, que é coroado como Aegon V Targaryen, o Improvável.
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