Mortal Kombat II expandiu bastante o elenco da franquia nas telas, trazendo nomes queridos dos games como Johnny Cage e Kitana além de ressuscitar alguns lutadores que tinham ficado pelo caminho. Mesmo assim, uma lista enorme de personagens icônicos do jogo ainda está esperando sua vez de aparecer numa produção cinematográfica. Com Mortal Kombat III já sendo uma possibilidade real, vale pensar em quem faz mais falta e o que cada um poderia trazer de interessante para a continuidade da franquia no cinema.
1. Ermac

Ermac é um dos personagens mais singulares de todo o universo de Mortal Kombat, e sua ausência nos filmes até agora é uma oportunidade desperdiçada. Ele não é uma pessoa: é um conjunto de almas capturadas em Outworld e fundidas numa única entidade controlada por Shao Khan. Esse conceito já seria visualmente fascinante numa produção com orçamento cinematográfico, e o arsenal que vem com ele, telecinese, teletransporte, projeteis de energia de alma e levitação, oferece possibilidades de coreografia de luta que poucos lutadores da franquia conseguem igualar. Em certas linhas do tempo, Ermac se liberta da influência de Shao Khan e passa para o lado dos heróis, o que abre espaço para um arco de redenção com potencial dramático considerável.
2. Shinnok

Shinnok é um deus ancião caído que governa o Netherrealm, filho de um Titã e um dos antagonistas mais poderosos de toda a franquia, o que já o posiciona como material de grande vilão para um terceiro filme. Sua estreia aconteceu no spin-off Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero e ele se consolidou como ameaça central em Mortal Kombat X, onde Raiden eventualmente o decapita após uma batalha climática. Um confronto entre os dois no cinema seria um dos momentos mais esperados pelos fãs dos games, e a escala de poder de Shinnok justificaria um papel de vilão principal sem precisar de muita explicação adicional para quem já conhece a franquia.
3. Erron Black

Erron Black é o tipo de personagem que se destaca imediatamente num roster cheio de ninjas, guerreiros sobrenaturais e cyborgs: ele é um pistoleiro imortal do século XIX que trocou sua mortalidade por uma vida de combate a serviço de Shang Tsung. Com cerca de 150 anos de experiência acumulada, Black opera com dois revólveres, rifles e facas, sem magia elaborada nem tecnologia avançada, apenas precisão letal e um estilo que não tem paralelo entre os outros lutadores. Seu golpe mais famoso nos games envolve ricochetear uma bala em uma moeda para acertar o oponente, e é exatamente o tipo de sequência que funcionaria perfeitamente numa cena de ação cinematográfica. Ele ainda não apareceu nos filmes e já está sendo esperado há tempo demais.
4. Cyrax

Cyrax carrega um dos arcos de origem mais carregados emocionalmente de toda a franquia. Membro do clã Lin Kuei, o mesmo de Sub-Zero, ele foi transformado num assassino cibernético quando o clã decidiu converter todos os seus membros em cyborgs, uma decisão que levou Sub-Zero a desertar. Cyrax passou por esse processo, mas eventualmente recupera sua alma e se volta contra os controladores que o desumanizaram. A conexão direta com Sub-Zero, que já é um personagem estabelecido nos filmes, oferece um gancho narrativo pronto para ser usado, e o design do personagem, combinando armamento tecnológico avançado com a estética do clã, já é visualmente impactante nos games.
5. Sheeva

A rainha dos Shokan é um dos poucos personagens de Mortal Kombat que combina escala física impressionante com uma história política genuinamente interessante. Os Shokan são uma raça com quatro braços e escamas de dragão, e Sheeva chegou a governar seu povo como rainha, o que lhe dá uma dimensão de liderança que vai além de simplesmente ser uma lutadora poderosa. Ela transitou entre o lado de Shao Khan e o dos heróis dependendo do que era mais vantajoso para os Shokan, o que a posiciona como uma personagem moralmente ambígua com motivos próprios, bem mais interessante cinematograficamente do que um vilão convencional.
6. Nightwolf

Nightwolf estreou em Mortal Kombat 3 como um guerreiro e xamã nativo americano, mas foi a versão de Mortal Kombat 11 que explorou o personagem de forma mais criativa, tratando o nome como um manto hereditário passado entre membros da tribo Matoka. Isso significa que qualquer pessoa que carregue o título de Nightwolf tem acesso às habilidades e memórias de todos os portadores anteriores, o que abre possibilidades narrativas que a maioria dos personagens da franquia simplesmente não tem. Combinar magia xamânica com o peso histórico de uma linhagem guerreira seria uma adição cultural relevante para uma franquia que até agora explorou poucos personagens com esse tipo de background.
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