A Lionsgate confirmou durante uma teleconferência de resultados financeiros que a sequência de Michael está em desenvolvimento ativo. Adam Fogelson, chefe de cinema do estúdio, disse que as conversas com todas as partes envolvidas “continuam acontecendo de forma excepcionalmente positiva” e prometeu um filme “grande e satisfatório para o público global”.
O primeiro longa encerrou sua narrativa durante a turnê Bad, de 1987, deixando décadas inteiras da vida de Michael Jackson ainda por explorar. Para Fogelson, isso representa um acervo generoso de material. “Existe uma quantidade enorme de histórias sobre Michael Jackson, e muitas das partes mais populares do catálogo musical dele não foram abordadas no primeiro filme”, afirmou. O executivo também sinalizou que a continuação pode não seguir uma linha cronológica estrita, abrindo espaço para que a narrativa avance e recue no tempo conforme a história exigir.

Um dado concreto que Fogelson trouxe à conferência diz respeito ao material já disponível: segundo ele, entre 25% e 30% de um segundo filme já se encontra rodado, resultado direto do processo conturbado da produção original. O terceiro ato de Michael precisou ser descartado quando se descobriu que um acordo judicial com um dos acusadores do cantor, Jordan Chandler, impedia qualquer menção ou dramatização dos eventos envolvendo essa figura.
Com o material cortado em mãos, o estúdio agora tem uma base financeira e criativa para desenvolver a continuação com custos reduzidos.
Miles Teller, que interpreta o advogado John Branca no filme, também confirmou o andamento do projeto durante o Festival de Cannes. Em entrevista à IndieWire, o ator disse que a equipe “está animada para completar essa história”, embora ainda não tenha tido conversas detalhadas sobre sua participação no segundo longa.

O sucesso de bilheteria do primeiro Michael justifica o entusiasmo do estúdio. Com orçamento de US$ 155 milhões, o filme dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson já ultrapassou US$ 700 milhões em arrecadação global, tornando-se um dos maiores êxitos comerciais de 2026. O CEO da Lionsgate, Jon Feltheimer, chegou a afirmar na mesma conferência que o longa deve se tornar o primeiro da empresa a superar US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.
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