Shigeru Miyamoto explicou por que a adaptação cinematográfica de A Lenda de Zelda chegará aos cinemas sem um subtítulo, algo comum nos jogos da franquia. Durante uma edição especial da Nintendo Direct, o produtor afirmou que o nome escolhido é simplesmente A Lenda de Zelda e sugeriu que o motivo ficará claro quando o público assistir ao filme.
Segundo Miyamoto, a produção não adapta uma aventura específica dos jogos. Trata-se de uma obra original construída a partir das histórias, ideias e conceitos desenvolvidos ao longo dos 40 anos de existência da franquia. O executivo também destacou o trabalho da equipe responsável pela produção, que, em sua avaliação, conseguiu transformar esse material em uma obra artística compatível com a identidade da série.
A Nintendo participa diretamente do desenvolvimento do projeto, com Miyamoto entre os envolvidos na produção. Ao comentar a presença da Triforce, um dos elementos mais conhecidos de A Lenda de Zelda, ele levantou a possibilidade de que o artefato tenha um papel importante na trama. No entanto, nenhum detalhe sobre a função da relíquia foi revelado até o momento.
A direção ficará com Wes Ball, conhecido por Planeta dos Macacos: O Reinado. Benjamin Evan Ainsworth interpretará Link, enquanto Bo Bragason viverá a Princesa Zelda. O elenco também conta com Uli Latukefu no papel de Ganondorf e Dichen Lachman como Impa.
A Lenda de Zelda tem estreia marcada nos cinemas para 30 de abril de 2027. A escolha de um título sem subtítulo reforça que o projeto não pretende representar apenas uma fase ou linha narrativa específica dos games. Em vez disso, a produção parece buscar uma identidade própria, usando elementos reconhecíveis da franquia para construir uma história inédita no cinema. A participação direta da Nintendo e a possível importância da Triforce são, por enquanto, os principais indícios sobre o caminho criativo adotado pelo filme.
