Depois de sete anos, The Boys chegou ao fim no Prime Video com o episódio “Blood and Bone”, e o desfecho foi à altura do caos que a série prometeu desde o primeiro episódio. O último capítulo da quinta temporada entregou mortes impactantes, um duelo esperado há temporadas e um epílogo que fecha os arcos dos personagens principais com precisão cirúrgica.
O funeral do Francês e os novos poderes de Kimiko

O episódio abre com o grupo reunido no enterro do Francês. Hughie lê o testamento do companheiro, uma carta íntima e emocionante que termina com uma mensagem direta para Kimiko. Mexida pelas palavras do amado, ela manifesta sua raiva e dispara o raio que remove poderes, atingindo Mana Sábia. A ex-integrante dos Sete perde sua superinteligência, e as vozes que jamais silenciavam em sua cabeça desaparecem. “Sou burra como vocês!”, ela declara, aliviada.
Com isso, o plano envolvendo o experimento do Soldier Boy estava confirmado: Kimiko agora era a chave para derrotar o Capitão Pátria.
A invasão da Casa Branca

Os Rapazes entram pela Casa Branca por um túnel subterrâneo supostamente usado por JFK. A emboscada que os aguarda parece fatal, até que Ashley decide tomar partido e os guia até o Salão Oval. É o ato mais heroico de seu arco na série, uma personagem que passou anos cedendo à pressão e que, no momento decisivo, escolheu o lado certo.
Dentro da Casa Branca, os confrontos acontecem em paralelo. Leitinho usa a mordaça de titânio de Ashley para tapar a boca de Ó Pai, fazendo a cabeça do superpastor explodir. Luz-Estrela arrasta o Profundo para o mar, onde as criaturas marinhas finalmente cobram a conta por tudo o que ele destruiu ao longo dos anos, especialmente por Ambrósio. A morte do Profundo é violenta, grotesca e completamente merecida.
A morte do Capitão Pátria

A batalha final entre Billy Bruto e o Capitão Pátria acontece ao vivo, transmitida para o mundo inteiro. Ryan chega a tempo de impedir que o vilão fuja voando. Kimiko, guiada pela visão do espírito do Francês, consegue disparar o raio e tirar os poderes do Capitão Pátria. Sem superpoderes, o homem que se autoproclamou um deus implora pela própria vida em rede nacional, oferecendo qualquer coisa em troca, inclusive sugerir que poderia fazer um metamorfo se transformar permanentemente em Becca.
Bruto não aceita. Ele acerta o crânio do vilão com um pé de cabra e o mata em frente às câmeras. “Isso é pela Becca”, diz antes do golpe final. É um encerramento brutal, público e simbólico, exatamente o tipo de queda que um homem como Homelander merecia.
A morte de Billy Bruto

Com o Capitão Pátria morto, tudo deveria estar resolvido, mas Bruto não tem mais nada pelo que viver. Ryan recusa qualquer reconciliação, Terror morre dormindo e Stan Edgar retorna ao comando da Vought. Para Bruto, isso é a prova de que o ciclo nunca acaba, e ele decide usar o vírus que extermina supers de uma vez por todas.
Hughie vai atrás dele sozinho, convencido de que conseguiria fazê-lo mudar de ideia. Os dois brigam na Torre Vought até que Bruto hesita ao ver a imagem de seu irmão Lenny no amigo. É uma fração de segundo, mas é o suficiente para Hughie atirar. Bruto sangra até a morte nos braços de Hughie, pedindo desculpas por tudo pelo que o fez passar. Bruto é enterrado ao lado de Becca.
O que acontece com cada personagem

O epílogo revela os destinos de quem sobreviveu. Leitinho se casa novamente com Monique, com Ryan e sua filha presentes. Kimiko vai à França, onde Francês havia prometido levá-la para comer doces, e sorri para a cadeira vazia diante de si. Mana Sábia, finalmente livre das vozes que sempre a consumiram, parte para a Disney World.
Hughie abre uma loja de eletrônicos, espelhando exatamente o emprego que tinha na primeira temporada. Annie está grávida do primeiro filho do casal. O nome escolhido é Robin, em homenagem à namorada de Hughie morta pelo Trem Bala no episódio piloto. A cena final é uma resposta direta ao início da série: em vez de ver uma heroína atropelar alguém sem consequências, Hughie assiste Annie voar para salvar inocentes. O círculo se fecha.
O que ainda está em aberto
Bob Singer volta à presidência e oferece a Hughie o comando de uma agência de monitoramento de supers, que ele recusa. Stan Edgar retorna à Vought, sugerindo que o ciclo de corrupção corporativa pode continuar. O Soldier Boy permanece congelado, sem qualquer resolução para seu arco. Ryan fica com o futuro em aberto, possivelmente sob os cuidados de Leitinho.
O universo de The Boys continuará com Vought Rising, derivado ambientado nos anos 1950 com Soldier Boy e Tempestade, previsto para 2027, e com The Boys: México, sequência direta que lidará com as consequências dos eventos do final.
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