Entenda o final do episódio 7 da 2ª temporada de The Pitt

O sétimo episódio da segunda temporada de The Pitt termina com uma decisão radical: o Pittsburgh Trauma Medical Center desliga todos os seus sistemas digitais para evitar um possível ataque hacker. A medida ocorre após a revelação de que o hospital Westbridge sofreu um ciberataque e teve seus computadores bloqueados mediante pedido de resgate.

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A direção do PTMC opta por agir antes que o mesmo aconteça ali. Com isso, prontuários eletrônicos, quadro de pacientes, sistemas de prescrição e até parte da comunicação interna deixam de funcionar. A equipe é forçada a voltar ao papel e caneta em meio a um pronto-socorro já sobrecarregado por transferências. O episódio transforma a tecnologia, antes invisível, em elemento central da tensão dramática.

O retorno de Abbot em meio ao caos

Entenda o final do episódio 7 da 2ª temporada de The Pitt

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A crise coincide com a volta do Dr. Jack Abbot, que tradicionalmente atua no turno da noite. Ele reaparece após atender um policial baleado durante uma operação da SWAT, função que também exerce fora do hospital. O agente, Hiro, chega em estado grave, exigindo uma intubação complexa por causa de uma lesão na traqueia.

Abbot permanece no hospital depois da estabilização do paciente, justamente quando a equipe percebe que terá de enfrentar dias ainda mais turbulentos. Sua presença reforça o clima de urgência constante e sugere que ele deve permanecer ativo nos próximos episódios, especialmente com o sistema funcionando de forma improvisada.

Decisões difíceis sobre o fim da vida

A trama também aprofunda o dilema de Roxie, paciente oncológica acompanhada por McKay. Ela decide que não quer voltar para casa, apesar da insistência do marido. A justificativa não é clínica, mas emocional: não deseja que a família associe o lar aos seus últimos dias de vida.

Robby, mesmo pressionado pela falta de leitos, reconhece que a escolha é dela. O episódio trata a autonomia da paciente como prioridade, ainda que isso complique a logística do hospital. Em paralelo, outro paciente tenta deixar o atendimento por medo das dívidas médicas, ampliando o debate sobre dignidade e custo do tratamento.

Conflitos internos

Santos ganha destaque ao lidar com múltiplos desafios ao mesmo tempo. Além das dificuldades técnicas no atendimento de Harlow, que depende de intérprete de libras, a médica demonstra sinais de desgaste emocional. Uma breve cena sugere cicatrizes antigas de automutilação, indicando questões pessoais ainda não resolvidas.

Robby e Langdon seguem em rota de colisão. Após um pedido de desculpas ligado a problemas anteriores com dependência química, Robby deixa claro que ainda não confia plenamente no colega. A reconciliação, se vier, dependerá de desempenho e consistência, não apenas de palavras.

O caso que abala Dana

Entre os atendimentos mais delicados está o de Ilana, vítima de agressão sexual. Dana conduz o protocolo de coleta de provas com cuidado, reforçando que a decisão de seguir ou interromper o exame cabe exclusivamente à paciente.

Ilana opta por parar antes da etapa final do procedimento. A reação contida de Dana, que se emociona sozinha depois, evidencia o impacto psicológico desses casos também nos profissionais de saúde. A série mantém o foco na escuta e no respeito, evitando qualquer abordagem sensacionalista.

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