O sexto episódio de O Cavaleiro dos Sete Reinos encerra a primeira temporada da série e funciona como um epílogo direto do Julgamento de Sete. Dunk sobrevive ao confronto contra Aerion, mas a vitória tem um custo alto: Baelor Targaryen morre após ser atingido acidentalmente por Maekar durante a luta.
Ainda extremamente machucado da luta, Dunk passa a carregar o peso de ter sido o homem por quem o herdeiro do Trono de Ferro arriscou a vida, enquanto Maekar sabe que será lembrado como aquele que matou o próprio. Junto ao luto, a pergunta que fica é por que os deuses escolheram salvar um cavaleiro andante e matar o príncipe que todos consideravam como o herdeiro perfeito.
Ofertas para Dunk

Com o torneio encerrado, Dunk recebe propostas que atendem exatamente ao que ele buscava ao chegar em Vaufreixo. Lyonel Baratheon o convida para servir em Ponta Tempestade. Maekar sugere que ele vá para Solarestival, onde poderia aperfeiçoar seu treinamento enquanto Egg continuaria como seu escudeiro sob supervisão da corte.
Apesar das oportunidades de estabilidade, Dunk recusa ambas, entendendo que a verdadeira honra de um cavaleiro pode ser mais preservada longe das disputas políticas. Ele decide seguir como cavaleiro andante, sem se prender a grandes casas ou aos interesses da nobreza.
Despedidas e consequências

Após lutar ao lado de Dunk no Julgamento, Raymun Fossoway anuncia para o amigo a criação do seu próprio ramo da família Fossoway, adotando a maçã verde como símbolo. O gesto, além de um rompimento com Steffon Fossoway, simboliza um importante novo começo, já que esse segundo ramo da família continua existindo durante os eventos de Game of Thrones
Do outro lado, como punição pelos eventos que culminaram na morte de Baelor, Maekar revela que Aerion será enviado para as Cidades Livres, na esperança de que o exílio e o afastamento da corte possam discipliná-lo.
O dilema sobre Egg

O centro emocional do episódio está no futuro de Egg. Maekar deseja mantê-lo próximo, sobretudo após as decepções com os seus filhos mais velhos. Dunk inicialmente rejeita manter Egg como seu escudeiro, afirmando que acha melhor se manter distante de príncipes. No entanto, após uma conversa com Daeron, Dunk percebe que manter Egg na corte apenas vai o corromper, fato que quase se concretiza ao vermos que o jovem estava prestes a matar Aerion.
Assim, Dunk solicita uma nova audiência e aceita Egg com escudeiro mas impõe uma condição: o garoto deve viver como cavaleiro andante, viajando pelos reinos, dormindo ao relento e servindo senhores menores, longe dos privilégios da realeza.

Maekar não concede a autorização naquele momento, mas mesmo assim, Egg aparece no final dizendo ter recebido a permissão do pai para partir. Os dois deixam Vaufreixo juntos, discutindo sobre a nomenclatura dos Sete Reinos, que na verdade são nove, e possíveis destinos, com menção a Dorne como próxima parada.
Por fim, na cena pós-créditos, vemos que Egg na verdade mentiu, com Maekar percebendo de última hora que o seu filho desapareceu de novo.
Dunk foi realmente armado cavaleiro?

O episódio também revisita uma dúvida que atravessa o conto original e toda a primeira temporada. Em uma lembrança dos últimos momentos de Sor Arlan, Dunk questiona por que nunca foi formalmente armado cavaleiro. Embora o seu mestre mais uma vez não dê uma resposta direta, fica claro que independente da cerimônia, Dunk já se tornou um verdadeiro cavaleiro.
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