The Pitt encerra o episódio 5 da segunda temporada com uma de suas cenas mais tensas até aqui, colocando a vida de Louie em risco imediato no Pittsburgh Trauma Medical Center. Paciente recorrente do hospital e figura querida entre os profissionais, ele é encontrado inconsciente após um alarme soar em seu quarto..
A situação muda rapidamente quando fica claro que o coração de Louie parou. O colapso não surge como um evento isolado, mas como consequência direta de anos de alcoolismo e de um quadro avançado de falência hepática, que vinha se agravando ao longo da temporada. O episódio termina sem resposta definitiva sobre seu destino, deixando a resolução para o capítulo seguinte.

O momento também reacende a tensão entre os médicos. O Dr. Langdon havia prescrito um medicamento para tratar os sintomas de abstinência, decisão que toca em uma ferida antiga envolvendo o roubo de medicamentos na primeira temporada. A emergência força Langdon e o Dr. Robby a atuarem juntos, mesmo em meio à desconfiança que ainda marca a relação dos dois.
Debbie Cohen
Outro eixo central do episódio envolve Debbie Cohen, paciente que retorna ao hospital após uma piora acentuada de um quadro inicialmente tratado como simples infecção de pele. O avanço rápido da lesão levanta suspeitas mais graves e coloca a equipe sob pressão constante.
A confirmação vem com o diagnóstico de fasciíte necrosante, infecção rara e extremamente agressiva. Diante da urgência, o Dr. Robby ignora protocolos mais conservadores e decide intervir cirurgicamente de forma imediata. A atitude pode ter salvado a vida de Debbie, mas reforça o perfil impulsivo do médico.

Esse caso aprofunda o atrito entre Robby e Langdon. O chefe do pronto-socorro questiona as decisões iniciais do colega e o afasta do tratamento, embora outros membros da equipe observem que a conduta de Langdon não foi diferente do que o próprio Robby faria em circunstâncias semelhantes.
Joy Kwon
Joy ganha destaque ao lidar com Orlando, paciente diabético que desmaia e enfrenta um problema comum no sistema de saúde: a impossibilidade de arcar com os custos do tratamento. Apesar de não se enquadrar em programas de assistência, o valor da internação coloca sua recuperação em risco.
A solução encontrada envolve a transferência para a enfermaria médico-cirúrgica, reduzindo drasticamente a conta hospitalar, além de um acordo com o próprio hospital. A decisão revela maturidade clínica e sensibilidade social por parte da interna, que depois explica que aprendeu esse caminho durante a doença terminal da avó, experiência que influenciou sua escolha pela medicina.
James Ogilvie

Enquanto Joy tem um momento de afirmação, Ogilvie enfrenta uma sequência de situações desgastantes. Sob supervisão, ele é exposto à tuberculose ao atender uma paciente com tosse persistente, passando imediatamente a integrar os protocolos de controle de infecção.
Como se não bastasse, o dia termina com uma cena constrangedora durante um procedimento de desimpactação intestinal, que sai do controle. A combinação de risco biológico e situações extremas reforça o papel do personagem como o interno constantemente testado pelos limites físicos e emocionais do hospital.
A paciente terminal
O episódio também apresenta Roxie, paciente com câncer em estágio terminal que chega ao hospital após sofrer uma queda e fraturar a perna. O caso introduz a figura da doula da morte, profissional não médica que oferece suporte emocional, psicológico e prático a pacientes na fase final da vida.

A presença da doula ajuda a família a lidar com decisões difíceis e com a logística dos cuidados paliativos, reforçando um dos temas centrais de The Pitt: o hospital não é apenas um espaço de cura, mas também de despedidas.
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