O episódio 2 de O Cavaleiro dos Sete Reinos continua acompanha Sor Duncan, o Alto, em sua tentativa desesperada de ser reconhecido como um cavaleiro legítimo no Torneio de Vaufreixo. Sem provas formais de sua nomeação e sem muitos aliados, Dunk passa o começo do capítulo recontando a história de seu antigo mestre, Sor Arlan de Centarbor, na esperança de que alguém se lembre dele.
A virada acontece com a chegada dos Targaryen ao local. Mesmo após um encontro não muito amigável com o príncipe Aerion, Dunk é pego espionando sem querer uma conversa no castelo, e aproveita a oportunidade para explicar sua situação diretamente ao príncipe Baelor Targaryen.

Baelor surpreendentemente reconhece o nome de Sor Arlan e, após testar o conhecimento de Dunk sobre o passado do mestre, decide validar sua participação no torneio. No entanto, Duncan precisa de um novo emblema, já que por lei ele não pode usar o mesmo símbolo do seu antigo mestre.
Um novo símbolo

Com a ajuda de Egg, Dunk pede para Tanselle, titereira que ele já havia simpatizado, desenhe um brasão no escudo com as cores do pôr do sol, uma árvore olmo e uma estrela cadente. Esse três elementos estão ligados diretamente a trajetória de Dunk até aqui, com o pôr do sol representando a apreciação de Sor Arlan, a árvore olmo sendo o local onde ele e Egg estão acampados, e a estrela cadente que os dois viram no final do episódio passado.
Mas isso não é tudo. Para conseguir uma armadura adequada, Dunk aceita derreter a antiga armadura de Arlan e vende seu cavalo mais querido, Sweetfoot, prometendo a si mesmo que irá recuperá-lo caso vença o torneio.
Enquanto isso, a relação entre Dunk e Egg se fortalece. O episódio deixa claro que, apesar da pouca experiência, os dois compartilham inseguranças semelhantes e começam a funcionar como uma verdadeira dupla.
A primeira justa do torneio

O episódio 2 de O Cavaleiro dos Sete Reinos se encerra com o início das justas, mostrando o torneio em toda a sua brutalidade e grandiosidade. Dunk e Egg observam cavaleiros experientes sendo derrubados, lanças se partindo e a violência real do que está por vir.
A visão do combate abala Dunk e o faz ter uma espécie de ataque de pânico. Pela primeira vez, ele confronta a ideia de que talvez Sor Arlan nunca tenha sido um grande cavaleiro e que seu próprio sonho possa ser maior do que sua capacidade. Ainda assim, a reflexão final não diminui sua determinação. Dunk entende que, mesmo sem glória no passado, ele carrega o legado de Arlan e pretende honrá-lo à sua maneira.
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