O sexto episódio da primeira temporada de O Cavaleiro dos Sete Reinos é centrado nas consequências do Julgamento de Sete e na morte de Baelor Targaryen. A tragédia abala a família real e deixa Dunk com um profundo sentimento de culpa, enquanto Maekar tenta reorganizar o futuro da Casa Targaryen.
No desfecho do episódio, Dunk e Maekar discutem o destino de Egg. O príncipe propõe que o garoto continue como escudeiro, mas sob supervisão direta em Solarestival. Dunk rejeita a ideia, por não aceitar viver sob controle da corte. Mais tarde, o cavaleiro muda de ideia e aceita treinar o menino, desde que ele possa acompanhá-lo como cavaleiro andante, viajando pelos reinos, dormindo ao relento e servindo senhores menores, longe dos privilégios da realeza.
Maekar não concede a autorização naquele, mas mesmo assim, Egg aparece no final dizendo ter recebido a permissão do pai para partir. Os dois deixam Vaufreixo juntos, discutindo sobre a nomenclatura dos Sete Reinos, que na verdade são nove, e possíveis destinos, com menção a Dorne como próxima parada.
A revelação na cena pós-créditos

Logo após o card final, exibido com o título de “A Knight of the Nine Kingdoms”, a série retorna brevemente a Vaufreixo, mas enquanto a comitiva Targaryen se prepara para partir, Maekar percebe que um dos seus filhos não está presente.
A cena mostra o príncipe procurando por Egg e, ao constatar o desaparecimento, reage com irritação. A fala final deixa claro que ele não sabia da saída do filho. A revelação confirma que Egg mentiu para Dunk e partiu sem permissão.
Diferença em relação ao livro

No conto original de George R. R. Martin, o entendimento geral é de que Maekar consente que Egg siga com Dunk. A adaptação televisiva opta por deixar explícito que o garoto fugiu novamente, repetindo a ação que o levou a se passar por órfão no início da história.
Em participação no podcast oficial da série, o showrunner Ira Parker explicou a decisão. Segundo ele, a intenção foi reforçar a personalidade impulsiva de Egg e incluir um momento leve após um episódio marcado por luto e tensão. Parker também argumentou que o texto original não apresenta a autorização de forma totalmente explícita, o que abre espaço para uma nova abordagem.
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