O episódio 4 de O Cavaleiro dos Sete Reinos terminou com uma das maiores reviravoltas da série até agora, ao mostrar o príncipe Baelor Targaryen, herdeiro do Trono de Ferro, chegando para o Julgamento de Sete e tomando o lado de Sor Duncan.
Acompanhando do tema clássico de Game of Thrones, a entrada de Baelor tem um enorme peso político e simbólico, já que além de escolher defender os verdadeiros valores de um cavaleiro, o principe se coloca contra o seu irmão, Maekar, e seu sobrinho, Aerion.
A honra colocada à prova

Agora, em entrevista à GQ, Ira Parker, showrunner da série, falou um pouco mais sobre a decisão do personagem.. Segundo ele, Baelor vive um dilema real ao longo do episódio, dividido entre a lealdade à família e a consciência de que Aerion merecia ser confrontado. Defender Dunk significava enfrentar o próprio irmão e colocar em risco sua posição como herdeiro do Trono de Ferro.
Parker destaca que ninguém obriga Baelor a agir. A decisão parte de uma cobrança interna, ligada à reputação que ele carrega desde jovem como o príncipe honrado e o futuro rei ideal. Para o criador da série, o momento representa a ideia de que virtude só existe quando é testada, especialmente em situações em que não há glória.

Ainda segundo o showrunner, Baelor já havia conquistado a glória pelo seu papel decisivo na Batalha do Campo do Capim Vermelho, mas como Daemon Blackfyre representava uma ameaça direta à linhagem Targaryen, aquele confronto não era opcional.
Por outro lado, no caso do julgamento de Dunk, o cenário é bem diferente. Não há uma recompensa clara e nem a obrigação do príncipe de se envolver, “apenas” a necessidade de agir pelo que é certo. Assim, ao tomar partido do cavaleiro andante, Baelor prova que o seu senso de honra não fica só nas palavras.
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