Clayface deve encerrar seu terceiro fim de semana nos cinemas com US$ 109 milhões arrecadados mundialmente. A projeção inclui US$ 56,6 milhões na América do Norte e US$ 52,4 milhões em outros mercados, levando o filme a ultrapassar a marca de US$ 100 milhões por volta do 16º dia em cartaz.

O resultado coloca a produção em um ritmo mais lento que os outros filmes do DCU. Superman cruzou o mesmo patamar em três dias, enquanto Supergirl precisou de dez. Ainda assim, Clayface teve uma queda de 54,2% em seu segundo fim de semana, desempenho mais estável que a retração de 76,8% de Supergirl e próximo dos 53,2% registrados por Superman.
Parte da diferença está na classificação indicativa: Clayface é um terror com classificação R nos Estados Unidos, que restringe o público em relação aos lançamentos PG-13 anteriores. Mesmo com esse limite, o longa está entre os poucos filmes de terror com classificação R lançados em 2026 que superaram US$ 100 milhões no mundo.
Orçamento menor reduz o risco
O filme também custou menos para ser produzido. O orçamento de Clayface é estimado em US$ 44 milhões, abaixo dos US$ 225 milhões atribuídos a Superman e dos US$ 170 milhões a US$ 186 milhões de Supergirl. Com base nessa estimativa, o ponto de equilíbrio de Clayface ficaria perto de US$ 110 milhões, pouco acima da arrecadação projetada para o fim de semana.
O desempenho indica que a produção pode se pagar com uma bilheteria bem inferior à necessária para os filmes anteriores. Isso não elimina a queda nos resultados gerais do DCU, mas mostra que o orçamento mais contido e o gênero de terror reduziram a aposta financeira em Clayface.

