A discussão sobre “a fadiga de super-heróis” voltou à tona, mas Peter Safran, co-CEO da DC Studios, discorda completamente da ideia de que o público esteja cansado do gênero. Para o executivo, o verdadeiro problema de Hollywood nos últimos anos não foi excesso de capas e máscaras nas telas, e sim a quantidade de produções fracas lançadas nesse período.
Em entrevista à Associated Press, Safran resumiu sua visão de forma direta. Segundo ele, nunca existiu fadiga de super-heróis, mas sim “fadiga de filmes medíocres”. Na prática, o comentário reforça uma leitura que vem ganhando força dentro da indústria: o público continua interessado em grandes franquias, desde que receba histórias relevantes e bem executadas.

A fala surge em um momento importante para o cinema baseado em quadrinhos. Depois do auge comercial que culminou em Vingadores: Ultimato, tanto Marvel quanto DC enfrentaram resultados mais irregulares, com alguns sucessos isolados e vários lançamentos abaixo das expectativas. Isso alimentou a narrativa de que o gênero teria perdido força.
Safran, porém, acredita que a resposta está na renovação criativa. Para ele, é preciso apresentar algo novo e mudar as regras do jogo. O executivo citou diretamente Supergirl como exemplo dessa estratégia, afirmando que a essência da história do longa é “legal e original” e traz elementos que o público ainda não viu no cinema.

O filme será estrelado por Milly Alcock no papel de Kara Zor-El e chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho. A produção faz parte do novo universo compartilhado da DC comandado por James Gunn e Peter Safran, funcionando como uma das apostas mais importantes do estúdio após Superman.
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