Charlie Cox, o atual intérprete do Demolidor no UCM, deu sua opinião sobre o filme de 2003 estrelado por Ben Affleck em entrevista ao podcast Happy Sad Confused. Para o astro de Demolidor: Renascido, dois problemas centrais comprometeram o resultado da produção: o uso prematuro de efeitos visuais e a tentativa de comprimir toda a mitologia do personagem em um único filme.
“Acho que o que aconteceu com aquele filme foram duas coisas: o CGI foi inventado e, no dia seguinte, eles pensaram: ‘Vamos fazer um filme com isso’. Eles foram um pouco precoces com os efeitos visuais e também tentaram enfiar toda a antologia do Demolidor em um filme de duas horas”, disse Cox.

Apesar dos apontamentos, Cox deixou claro que aprecia partes do filme e demonstrou abertura para uma eventual aproximação com a versão de Affleck em alguma história de multiverso. A ideia, no entanto, não tem nenhum plano concreto dentro da Marvel Studios por enquanto.
A declaração chega em um momento simbólico: a segunda temporada de Demolidor: Renascido chega ao fim nesta terça-feira, 5 de maio. A série retorna apenas no primeiro semestre do ano que vem, e a terceira temporada já está em produção em Nova York.
O diagnóstico de Cox sobre o filme de 2003 é o tipo de análise que muitos fãs já faziam informalmente há anos. O CGI da época não estava à altura das acrobacias que o personagem exige, e a pressão para apresentar Elektra, Bullseye e o Rei do Crime em um único filme deixou pouco espaço para qualquer elemento respirar. Duas décadas depois, a série da Disney+/” data-chsal=”1″>Disney+/” data-chsal=”1″>Disney+ provou que o personagem funciona muito melhor quando tem tempo para se desenvolver.

