A Capcom surpreendeu os fãs ao divulgar um curta-metragem em live-action para promover Resident Evil Requiem, novo capítulo da clássica franquia de terror. Intitulado O Mal Sempre Teve um Nome, o vídeo aposta em uma abordagem sombria e emocional para revisitar os eventos que marcaram a queda de Raccoon City.
A produção tem pouco mais de três minutos e funciona como uma peça narrativa independente, focada menos na ação e mais no impacto humano do surto biológico. O resultado é um retrato cru do caos que se espalhou pela cidade durante os acontecimentos que remetem diretamente a Resident Evil 2 e Resident Evil 3.

Um olhar íntimo sobre o surto
A história acompanha uma mãe solteira e sua filha vivendo uma rotina comum em Raccoon City pouco antes da tragédia. A tranquilidade inicial dá lugar ao desespero quando o vírus começa a se espalhar, transformando as ruas em um cenário de horror, com zumbis, policiais tentando conter o avanço da infecção e criaturas icônicas da franquia.

Tragédia e transformação
O desfecho do curta aposta em um tom amargo. Após o bombardeio que destruiu Raccoon City, a filha aparenta morrer sem se transformar, enquanto o destino da mãe é ainda mais cruel. Ela acaba sucumbindo ao vírus e se torna uma zumbi, mas com traços de consciência, sugerindo uma evolução no conceito dessas criaturas dentro do universo do jogo.
Esse detalhe reforça a ideia de que os infectados em Resident Evil Requiem não perdem imediatamente sua humanidade. A transformação é gradual, carregada de memória e dor, algo que o próprio curta deixa claro ao humanizar suas vítimas antes do colapso total.

O curta tem direção de Rich Lee e é protagonizado por Maika Monroe, mais conhecida por Corrente do Mal e Longlegs.
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