A segunda temporada de Daredevil: Born Again não começará imediatamente após os eventos do primeiro ano. A nova leva de episódios dará um salto de aproximadamente seis meses na cronologia, reposicionando Nova York sob o domínio consolidado de Wilson Fisk e colocando Matt Murdock diante de um cenário ainda mais hostil.
A informação foi confirmada pelo showrunner Dario Scardapane em entrevista à revista SFX Magazine (via Comic Book Movie). Segundo ele, o intervalo de tempo será fundamental para mostrar como a cidade mudou desde que o Rei do Crime assumiu a prefeitura e colocou em prática sua política de tolerância zero contra vigilantes.
Nova York sob o controle do Rei do Crime

No fim da primeira temporada, Fisk, interpretado por Vincent D’Onofrio, saiu vitorioso ao institucionalizar sua força-tarefa anti-vigilantes e declarar ilegal qualquer atuação mascarada. Com a iniciativa “Safer Streets”, o prefeito consolidou poder político e expandiu sua influência, criando um ambiente de perseguição direta a heróis urbanos.
De acordo com Scardapane, quando a segunda temporada começar, essa administração já estará plenamente estabelecida. Ao mesmo tempo, cresce um movimento clandestino de resistência. A cidade passa por uma transformação profunda, que pode ser vista tanto como um renascimento quanto como um processo de deterioração, dependendo do ponto de vista.
Matt Murdock, vivido por Charlie Cox, surge nesse contexto disposto a reagir. Foragido e pressionado pela máquina política de Fisk, o advogado precisa reunir aliados e estruturar sua própria ofensiva contra o sistema que agora domina Nova York.
Jessica Jones

O salto temporal também terá impacto direto nos personagens que retornam ao universo da série. Scardapane destacou que a equipe optou por reconhecer explicitamente o tempo decorrido desde as produções da antiga fase da Netflix, permitindo que figuras conhecidas reapareçam mais maduras e marcadas por novas experiências.
Entre elas está Jessica Jones, novamente interpretada por Krysten Ritter. O showrunner elogiou o trabalho desenvolvido por Melissa Rosenberg na primeira temporada de Jessica Jones e afirmou que sempre acreditou que a história da personagem tinha espaço para avançar. Segundo ele, há nos quadrinhos um capítulo posterior da vida da heroína que considera particularmente interessante, sugerindo que veremos uma nova faceta da investigadora.
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